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domingo, 4 de setembro de 2011

II Grande Guerra começou há 72 anos


Há 72 anos, a invasão da Polónia pela Alemanha desencadeou a II Grande Guerra e mergulhou a Europa num longo período de conflito, morte e devastação.

Foi uma das épocas mais negras da História da humanidade e teve início há 72 anos, quando, a 1 de setembro de 1939, as tropas alemãs, ordenadas por Adolf Hitler, invadiram a Polónia.

A invasão da Polónia foi o acontecimento que desencadeou a II Grande Guerra, o segundo grande conflito geopolítico que marcou o século XX e determinou o destino das nações que, com o seu final, viram muros serem construídos, potências a emergirem e uma corrida ao armamento que dividiu o mundo em dois, instalando o frágil equilíbrio do terror.

A II Grande Guerra, entre 1939 a 1945, devastou a Europa, provocando enormes prejuízos materiais, tanto nos países derrotados, como nos vencedores, e a morte de mais de 60 milhões de pessoas, entre as quais, cerca de seis milhões de judeus.

Uma Alemanha do tamanho da Europa e arredores

Em 1933, a Alemanha proclama o terceiro Reich (império), um período da História do país geralmente associado ao regime totalitário fascista, liderado por Adolf Hitler. Em 1934, este autoproclama-se Führer (líder), após a morte do Presidente alemão Paul Von Hindenburg.

A Alemanha Nazi, com Hitler na liderança, pretendia controlar toda a Europa central e construir um império alemão, que também deveria incluir as colónias francesas e britânicas em África.

Em Mein Kampf, livro editado em 1926, Hitler defendia a exterminação das "raças inferiores" e a expansão do Reich, de forma a conseguir o "espaço vital" necessário à elevação do povo ariano.

O horror de Mein Kampf na prática

Em 1938, a Alemanha anexa a Áustria, numa clara violação ao Tratado de Versalhes, o acordo de paz assinado em 1919 que marcou o fim da I Guerra Mundial.

Ignorando as tentativas diplomáticas dos países ocidentais para evitar o conflito, Hitler acaba por invadir a Polónia a 1 de setembro de 1939, dias depois de assinar com a União Soviética um pacto de não-agressão, em Moscovo, no qual foi acordado que a Europa Ocidental seria dividida em duas áreas de influência.

Em resposta à invasão da Polónia, a França e a Grã-Bretanha declararam guerra à Alemanha, no dia 3 de setembro de 1939.

A II Grande Guerra, que se travou entre as potências do Eixo (Alemanha, Itália e Japão), e os Aliados (Grã-Bretanha, França, Estados Unidos e, posteriormente, a União Soviética), tinha começado. O mundo nunca mais seria o mesmo.

 Adolf Hitler, chanceler alemão, num comício do Partido Nacional Socialista dos Trabalhadores Alemães (Partido Nazi)

 Líder do governo francês, Edouard Daladier, assina o Tratado de Munique, a 29 de setembro de 1938, no qual se estabeleceu que a Checoslováquia seria a última aquisição territorial alemã  

 Adof Hitler e o Presidente da Checoslováquia, Emil Hácha, em março de 1939. A Alemanha toma o controlo da Checoslováquia no mesmo mês

 Polónia é invadida pela Alemanha, a 1 de setembro de 1939

 Durante a primeira semana, as forças alemãs avançaram 225 quilómetros, encontrando-se muito próximas de Varsóvia

 Cavalaria polaca fez frente às forças alemãs, em setembro de 1939


Tropas aliadas são evacuadas de Dunkerque, no norte de França, depois do país ser invadido pela Alemanha, em maio de 1940 

 Charles de Gaulle, líder das forças de libertação francesas, em Londres, em 1942 

 Atque japonês a Pearl Harbor, a 7 de dezembro de 1941

 O ataque surpresa a Pearl Harbor foi o fator decisivo para a entrada dos EUA na II Guerra Mundial

 Soldados soviéticos durante a batalha de Estalinegrado (17 de julho de 1942 a 2 de fevereiro de 1943), que marcou o fim do avanço das forças alemãs no território da URSS

 Grupo de Judeus é enviado para um campo de concentração na Alemanha, em 1942, o ano em que a "Solução Final" - o assassino massivo de judeus  

 Gueto de Varsóvia, 1943 

 Grupo de mulheres e crianças chega ao campo de concentração de Auschwitz, durante a II Guerra Mundial

 Tropas aliadas desembarcam nas praias da Normandia, em França, a 6 de junho de 1944, 
dia D

 Desembarque na Normandia, 6 de junho de 1944

 Adolf Hitler suicida-se a 30 de abril de 1945. A Alemanha rende-se em maio 

 Winston Churchill, Franklin Roosevelt e Estaline reunem-se na Conferência de Yalta, a 4 de fevereiro de 1945, na qual foram decididas as zonas de influência de cada potência no período pós-conflito  


Hiroshima, no Japão, é devastada por uma bomba atómica lançada pelos EUA, a 6 de agosto de 1945


Bomba atómica lançada pelos EUA em Nagasaki, no Japão, a 9 de agosto de 1945. Japão rende-se a 2 de   setembro do mesmo ano























Líderes nazis acusados de crimes contra a humanidade, durante a II Guerra Mundial, ouvem o veredito do tribunal de Nuremberga, a 2 de outubro de 1946 

fonte: Expresso

terça-feira, 16 de agosto de 2011

Coco Chanel era espiã nazi, revela nova biografia da estilista



Coco Chanel teria sido espiã dos nazis durante a Segunda Guerra Mundial e conseguiu escapar da prisão e da morte como colaboradora para se reinventar, no exílio na Suíça, revela uma explosiva biografia sobre a estilista francesa que será lançada nesta terça-feira, nos Estados Unidos.

"Sleeping with the Enemy: Coco Chanel's Secret War" (Dormindo com o Inimigo: a Guerra Secreta de Coco Chanel, numa tradução livre) do jornalista Hal Vaughan afirma ter juntado todas as peças do quebra-cabeças sobre os rumores nunca verificados sobre o passado nazi desta rainha da moda.

"Sleeping with the Enemy' fala sobre como Coco Chanel tornou-se parte da operação de inteligência alemã; como e porque foi alistada em missões de espionagem, como escapou da prisão na França depois da guerra, apesar do conhecimento de suas actividades", afirma a editora Knoff em comunicado.

Entre as revelações do livro estão incluídas documentação com o número de agente nazi de Chanel, uma missão que realizou na Espanha, em troca da libertação de um sobrinho detido e sua relação com líderes do nazismo, como Hermann Goering e Joseph Goebbels, entre outros.

O livro do escritor e jornalista americano Hal Vaughan também apresenta provas sobre as ações de Chanel para encobrir outros espiões nazis e uma tentativa de apropriar-se de bens de seus sócios judeus, afirma a editora na nota à imprensa.

Hal Vaughan descreve em detalhes a relação de Chanel com o barão Hans Gunther von Dincklage, um oficial alemão dos serviços secretos, mencionada em outras biografias da estilista, mas cuja verdadeira influência é apresentada pela primeira vez.

"Dincklage é revelado aqui como um mestre da espionagem nazi e um agente da inteligência militar alemão que tinha a seu dispor uma rede de espiões no Mediterrâneo e em Paris que reportava directamente ao ministro de propaganda nazista Joseph Goebbels, considerado a mão direita de Hitler", diz o comunicado.

A vida de Coco Chanel (1883-1971) é um filme em si, já que de órfã pobre transformou-se numa das grandes estilistas do século XX e que ainda fascina, 40 anos depois de sua morte.

fonte: Noticias BOL

sábado, 6 de agosto de 2011

Japão assinalou os 66 anos do lançamento da bomba atómica



Hiroshima foi este sábado palco da cerimónia dos 66 anos do lançamento da bomba atómica sobre a cidade com um apelo ao desarmamento e à revisão da política nuclear japonesa, num ano marcado pela crise na central nuclear de Fukushima.

Às 8.15 horas locais (0.15 horas em Lisboa), um minuto de silêncio e o toque de sinos assinalaram o momento em que a primeira bomba atómica empregue numa acção bélica caiu na cidade, três dias antes de uma segunda bomba ser lançada sobre a cidade de Nagasaki.

No final de 1945, as autoridades estimam que cerca de 140 mil pessoas tinham perdido a vida em Hiroshima e outras 74 mil em Nagasaki em consequência do ataque nuclear que conduziu à rendição do Japão a 15 de Agosto e ao fim da segunda Guerra Mundial.

Na cerimónia, em que participaram cerca de 53 mil pessoas, estiveram presentes representantes de 66 países, entre eles os Estados Unidos, que pelo segundo ano consecutivo enviou um representante da sua embaixada ao evento.

Na cerimónia, o presidente do município de Hiroshima, Kazumi Matsui, citou alguns testemunhos de sobreviventes do ataque nuclear, os quais, disse, conseguiram com ajuda de outras pessoas, reconstruir a cidade e hoje continuam em busca da paz "num mundo sem armas nucleares".

Kazumi Matsui, filho de um sobrevivente do ataque, abordou também a crise nuclear de Fukushima para dizer que o Governo japonês deve assumir que a confiança da população sobre a energia nuclear ficou desfeita e que, por isso, deveria rever urgentemente as suas políticas energéticas e estabelecer medidas concretas para "recuperar a confiança das pessoas".

Já o primeiro-ministro Naoto Kan, no seu discurso, comprometeu-se a continuar a trabalhar para a abolição das armas nucleares e para reduzir a dependência do Japão da energia nuclear depois da crise desencadeada em Fukushima, fortemente afectada pelo sismo e tsunami que sacudiram o nordeste do Japão a 11 de Março.

fonte: JN

quarta-feira, 22 de setembro de 2010

Historiador que nega Holocausto visita campos nazis


 O historiador britânico David Irving, condenado em 2006, na Áustria, por ter negado a realidade do Holocausto, anunciou hoje que vai fazer uma visita guiada pelas instalações nazis na Polónia, entre as quais o campo da morte de Treblinka.

Sobreviventes do Holocausto e associações antinazis e antirracistas polacas e britânicas protestaram contra o projecto de Irving e solicitaram às autoridades polacas que proibissem a visita.

"Estou em Varsóvia e não posso discutir o meu itinerário por razões de segurança, como você compreenderá", declarou Irving à France Press, adiantando que tencionava ficar na Polónia até 29 de Setembro.

Numa brochura publicada no seu site na Internet, Focal Point Publications, Irving anuncia uma visita guiada na Polónia aos locais ligados à II Guerra Mundial e ao Holocausto, qualificando o projecto de "viagem inesquecível" e de oportunidade para ver "a verdadeira História".

O programa inclui uma visita ao antigo campo de Treblinka, no Leste polaco, onde mais de 800 mil pessoas foram assassinadas, na sua maior parte judeus.

Uma visita ao "covil do lobo", o bunker do estado maior de Hitler em Ketrzyn, então designado Rastenburg, no Nordeste da Polónia, bem como à base do comandante das SS, Heinrich Himmler, estão igualmente no itinerário, adiantou Irving, intitulando-se "especialista em Adolf Hitler".

Irving recusou dizer o número dos participantes na sua viagem, que custa dois mil euros por pessoa, sem contar com o bilhete de avião, mas adiantou ter tido um excesso de interessados e querer repetir a experiência de dois em dois anos.

"Temos participantes de França, Bélgica, Austrália, Reino Unido, Estados Unidos e Alemanha", pormenorizou.

Irving disse ainda que não tem a intenção de se deslocar a Auschwitz, campo de morte e extermínio instalado pela Alemanha nazi no Sul da Polónia, uma vez que considera que o local se tornou "demasiado turístico, com demasiados hotéis e carrinhos de cachorros quentes e demasiados objectos falsos".

A direcção do museu de Auschwitz garantiu hoje que Irving não pode fazer visitas guiadas no campo onde morreram 1,1 milhões de pessoas, na sua maioria judeus europeus. Só os guias autorizados pelo museu podem acompanhar os grupos de visitantes, indicaram os seus responsáveis.

David Irving é autor do livro "Hitler's War" (A Guerra de Hitler), de 1977, no qual tenta minimizar as atrocidades nazis e exonerar Adolf Hitler da sua responsabilidade nos campos de morte e extermínio.

Mas rejeita o qualificativo de negacionista: "Se tivessem lido o meu livro, saberiam que não sou um negacionista."

Detido em 2005, na Áustria, foi condenado em Fevereiro de 2006 a três anos de prisão, antes de ser libertado e expulso para o Reino Unido, em Dezembro de 2006.

O Instituto Polaco da Memória Nacional, que investiga os crimes nazis e comunistas, indicou estar a "seguir" os movimentos de Irving e disponível para "iniciar acções judiciais" se este negar publicamente o Holocausto.

Na Polónia, o negacionismo, tal como a propagação do nazismo e do antissemitismo, é passível de uma pena até três anos de prisão.

Os nazis mataram entre 5,47 e 5,67 milhões de cidadãos polacos. Os judeus polacos representam cerca de metade dos seis milhões de judeus que morreram durante o Holocausto.

fonte: DN

quinta-feira, 16 de setembro de 2010

Manual russo de História justifica Estaline


Um manual de História utilizado nas universidades de Moscovo está no centro de uma controvérsia. Os seus críticos acusam-no de ter conteúdos estalinistas, xenófobos e anti-semitas.

Educar jovens com base numa obra deste género constitui uma "sabotagem do desenvolvimento democrático da Rússia", sublinham dois historiadores pertencentes a um instituto da Academia de Ciências, Vladimir Lavrov e Igor Kurliandsky, ontem citados pelo jornal Novaya Gazeta.

Este manual, intitulado História da Rússia 1917-2009, foi redigido por dois professores da Universidade de Moscovo, Alexandre Barsenkov e Alexandre Vdovine, e procura justificar o terror estalinista em questões como os gulags, a deportação de povos inteiros ou a colectivização forçada das terras. Sobre as detenções e execuções maciças dos anos 30, os autores explicam que "milhões de descontentes com a política do Estado soviético constituiam um risco real de se transformarem numa quinta coluna". A deportação por Estaline de povos inteiros (tártaros da Crimeira, chechenos e inguches, calmuques...) é justificada deste modo: "As deportações deveram-se ao facto de certos povos estarem prontos a colaborar com o ocupante nazi e outros serem suspeitos de ter tais intenções." Tese rejeitada por historiadores ocidentais e russos independentes.

Este manual sustenta que o poder soviético excluiu os judeus de postos de responsabilidade após a II Guerra Mundial "após ter descoberto que cada vez mais cidadãos de origem judaica tinham simpatias pró-ocidentais".

fonte: DN

domingo, 8 de agosto de 2010

"Se fosse hoje voltaria a lançar a bomba atómica"


O único sobrevivente do B-29 Enola Gay permanece convicto da necessidade do bombardeamento nuclear das cidades de Hiroxima e Nagasáqui, em 1945, como forma de acelerar o fim do conflito.

"Senti-me orgulhoso de estar no Enola Gay. A guerra terminou a 14 de Agosto. Não sei quando acabaria sem as bombas atómicas", afirmou Theodore Van Kirk, de 89 anos, numa entrevista ao The Guardian. E, "nas mesmas circunstâncias, ainda que nunca poderiam ser iguais, hoje voltaria a lançar a bomba atómica".

Último sobrevivente da tripulação de 12 membros, Kirk explica terem-lhe dito "que íamos fazer algo que acabaria ou reduziria em muito a duração da guerra".

O navegador do Enola Gay diz nunca ter perdido uma noite de sono por causa do ataque. "Quando lançávamos bombas, sabíamos que muita gente iria sofrer (...). Não sei de uma forma de fazer guerra sem matar pessoas. Se alguém souber, que me diga".

fonte: DN

sexta-feira, 6 de agosto de 2010

Bomba de Hiroxima abriu era atómica há 65 anos

A 6 de agosto de 1945, uma bomba atómica arrasava a cidade japonesa de Hiroxima. Três dias depois, uma outra bomba destruía o porto de Nagasáqui. EUA tornavam-se a primeira potência a possuir a arma atómica e forçavam o Japão à rendição. Veja no gráfico animado imagens chocantes dos bombardeamentos e saiba como foram construídas as bombas que mudaram o mundo.
 

fonte: Expresso

EUA fazem-se representar nas comemorações de Hiroshima



EUA enviaram hoje, pela primeira vez, um embaixador para participar nas comemorações relativas ao bombardeamento nuclear de Hiroshima - a 6 de Agosto de 1945.

Hillary Clinton, secretária de Estado Norte americana, anunciou ontem que os EUA se farão representar pelo embaixador John Roos nas comemorações dos 65 anos do lançamento da Bomba Nuclear em Hiroshima..

'O Presidente Obama está comprometido a trabalhar para um mundo sem armas nucleares', afirma Hillary Clinton.

A cidade industrial de Hiroshima foi atacada no dia 6 de Agosto de 1945, de onde resultaram cerca de 140 mil mortos. Esta é considerada a maior tragédia nuclear da História. Três dias mais tarde os EUA lançaram uma segunda bomba em Nagasaki, causando 70 000 mortos.

John Ross vai colocar uma coroa de flores 'afim de exprimir o respeito por todas as vítimas da segunda guerra mundial'.

No âmbito das comemorações em Hiroshima, o Secretário geral da Onu, Ban-Ki-Moon, voltou a apelar ao desarmamento nuclear no mundo.

Veja o vídeo


fonte: DN

terça-feira, 3 de agosto de 2010

Arquivo Churchill abre em 2012

Entidades que detêm direitos sobre o espólio chegaram a acordo com a editora Bloomsbury.

O património do antigo primeiro-ministro britânico Winston Churchill vai estar disponível para consulta online a partir de 2012. As entidades que detêm os direitos sobre o espólio do estadista, o Churchill Archive Trust e o Churchill Heritage Ltd., chegaram a acordo com a editora Bloomsbury e o Centro de Arquivos de Churchill, onde se encontram alojados os mais de um milhão de documentos.

Citado pela BBC, Nigel Newton da Bloomsbury descreveu o legado como "o mais próximo que pode haver de uma biblioteca presidencial". Já o biógrafo de Churchill, Sir Martin Gilbert, comparou o arquivo "a uma gruta de Aladino cheia de tesouros". Nele podem encontrar-se alguns discursos históricos proferidos no Parlamento, como o famoso "Combateremos nas Praias", de 1940, assim como o romance Savrola, escrito com 23 anos e visto por Nigel Newton como a história de um jovem político com muitas semelhanças com o autor.

Dos seus registos pessoais, constam memórias do tempo de estudante, artigos publicados em jornais, a lista de animais de estimação que tinha em Chartwell e a correspondência mantida com artistas: o pintor Walter Sickert ou o escritor Bernard Shaw. Há também cartas trocadas com a companheira de luta anti-fascista, Sylvia Pankhurst, e registos de apostas mantidas com amigos e colegas de partido.

O Guardian lembra que o espólio de Winston Churchill foi adquirido pelo Estado britânico aos seus herdeiros em 1995 por 12 milhões de libras (dez milhões de euros). Desde então, passou a estar disponível no Centro de Arquivos de Churchill, em Cambridge, onde foi catalogado e passado para microfilme. O director do Centro, Allen Packwood, defendeu que o passo seguinte seria torná-lo acessível a todos, o que irá acontecer em 2012. No entanto, ainda antes de estar acessível, já há uma polémica instalada. Quem quiser conhecer melhor o percurso do antigo primeiro-ministro britânico terá que pagar, ainda que a quantia não tenha sido ainda revelada.

Primeiro-ministro entre 1940 e 1945, num primeiro período, e mais tarde entre 1951 e 1955, é também notícia pelos 18 mil euros pagos num leilão por uma dentadura postiça com aplicações em ouro que usava no maxilar superior. Foi o próprio filho do técnico dental que fabricava os dentes postiços usados pelo carismático politico que pôs a prótese dentária à venda. A casa de Leilões Keys superou as expectativas, vendendo a peça pelo triplo seu do preço. O coleccionador de Gloucestershire que a adquiriu já tinha comprado o microfone usado por Churchill para anunciar o fim da II Guerra Mundial. Houve ainda três próteses dentárias, todas em ouro: Uma foi sepultada com Churchill, outra encontra-se exposta num museu londrino e a terceira foi fundida.

fonte: DN

Veja aqui os telegramas publicados por The Guardian

Veja aqui os telegramas publicados por The Guardian
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