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sábado, 6 de agosto de 2011

Japão assinalou os 66 anos do lançamento da bomba atómica



Hiroshima foi este sábado palco da cerimónia dos 66 anos do lançamento da bomba atómica sobre a cidade com um apelo ao desarmamento e à revisão da política nuclear japonesa, num ano marcado pela crise na central nuclear de Fukushima.

Às 8.15 horas locais (0.15 horas em Lisboa), um minuto de silêncio e o toque de sinos assinalaram o momento em que a primeira bomba atómica empregue numa acção bélica caiu na cidade, três dias antes de uma segunda bomba ser lançada sobre a cidade de Nagasaki.

No final de 1945, as autoridades estimam que cerca de 140 mil pessoas tinham perdido a vida em Hiroshima e outras 74 mil em Nagasaki em consequência do ataque nuclear que conduziu à rendição do Japão a 15 de Agosto e ao fim da segunda Guerra Mundial.

Na cerimónia, em que participaram cerca de 53 mil pessoas, estiveram presentes representantes de 66 países, entre eles os Estados Unidos, que pelo segundo ano consecutivo enviou um representante da sua embaixada ao evento.

Na cerimónia, o presidente do município de Hiroshima, Kazumi Matsui, citou alguns testemunhos de sobreviventes do ataque nuclear, os quais, disse, conseguiram com ajuda de outras pessoas, reconstruir a cidade e hoje continuam em busca da paz "num mundo sem armas nucleares".

Kazumi Matsui, filho de um sobrevivente do ataque, abordou também a crise nuclear de Fukushima para dizer que o Governo japonês deve assumir que a confiança da população sobre a energia nuclear ficou desfeita e que, por isso, deveria rever urgentemente as suas políticas energéticas e estabelecer medidas concretas para "recuperar a confiança das pessoas".

Já o primeiro-ministro Naoto Kan, no seu discurso, comprometeu-se a continuar a trabalhar para a abolição das armas nucleares e para reduzir a dependência do Japão da energia nuclear depois da crise desencadeada em Fukushima, fortemente afectada pelo sismo e tsunami que sacudiram o nordeste do Japão a 11 de Março.

fonte: JN

sábado, 2 de abril de 2011

Parlamento Europeu discute segurança das centrais nucleares



O Parlamento Europeu vai discutir na próxima semana em Estrasburgo, com a Comissão Europeia e o Conselho, os ensinamentos a retirar do acidente nuclear no Japão, designadamente a necessidade de rever a segurança dos reactores nucleares na Europa.

A sessão plenária da próxima semana da assembleia europeia, a decorrer entre segunda e quinta-feira, irá ainda discutir e votar uma 'mão cheia' de relatórios elaborados por eurodeputados portugueses: nada menos que cinco, em domínios tão diferentes como as pescas (dois), orçamento, mercado interno e relações externas.

Um dos principais pontos da agenda da sessão de Abril será no entanto a questão da segurança do nuclear, estando agendado, para quarta-feira, um debate alargado sobre «os ensinamentos a retirar» do acidente nuclear no Japão, que será seguido da votação de uma resolução no dia seguinte, e ainda um período de perguntas e respostas, na terça-feira, com o presidente da Comissão, Durão Barroso, sobre a tragédia no Japão.

O debate sobre a segurança nuclear ocorre depois de os 27 terem acordado, no Conselho Europeu realizado a 24 e 25 de Março em Bruxelas, que a segurança de todas as centrais nucleares da UE deve ser reapreciada, com base numa avaliação exaustiva e transparente dos riscos e da segurança

A Comissão Europeia deverá definir o mais rapidamente possível o alcance e as modalidades dos testes de resistência (ou testes de stress) aos reactores nucleares da UE, de acordo com as conclusões do Conselho.

Esta sessão será ainda marcada pela votação de um número invulgarmente elevado de relatórios portugueses, elaborados nomeadamente por José Manuel Fernandes, do PSD (sobre orçamento do PE para 2012), Luís Capoulas Santos, do PS (acordo de pescas com Ilhas Comores), João Ferreira, do PCP (medidas financeiras no domínio das pescas), António Correria de Campos, do PS (consecução do mercado interno) e Mário David, do PSD (dimensão meridional da política de vizinhança).

fonte: Sol

'50 de Fukushima' sabem que vão morrer devido à radiação




Os soldados, bombeiros e técnicos que têm estado a lutar para controlar as fugas dos reactores sabem que estão a sacrificar-se e acreditam que vão acabar por morrer devido à exposição à radiação, avança a mãe de um dos homens.

Numa tentativa para prevenir um desastre nuclear ainda maior, o grupo que ficou conhecido pelos 50 de Fukushima - grupo de 300 homens dos quais 50 trabalham por turnos dentro da central nuclear - foi exposto repetidamente a níveis de radioactividade altíssimos.

De acordo com o britânico The Telegraph, a mãe de um dos homens conta que entre o grupo é aceite que a médio prazo a morte por radiação é uma forte possibilidade. Explica que entre os homens foi tomada uma opção consciente: «O meu filho e os colegas têm discutido sobre isso e comprometeram-se a trabalhar, ainda que isso signifique a morte».

Na quinta-feira passada estes homens lutavam para ganhar novamente o controle dos sistemas de refrigeração dos quatro reactores da central nuclear de Fukushima.

O receio de fugas radioactivas aumentou depois de iodo radioactivo com uma concentração de radioactividade ser superior quase 5 mil vezes ao que é legal ter sido encontrado na água do mar. Por baixo do 2º reactor, os niveis de radioactividade são 10 mil vezes superiores ao aconselhável para a saúde pública.

fonte: Sol

quinta-feira, 31 de março de 2011

Vestígios da radioactividade do Japão detectados em Lisboa



Instituto Tecnológico e Nuclear

O Instituto Tecnológico e Nuclear anunciou esta quinta-feira que detectou vestígios radioactivos do acidente nuclear no Japão no ar, mas em quantidades "muito baixas" e sem perigo para a saúde pública.

"Como seria expectável", as medições do Instituto Tecnológico e Nuclear (ITN) feitas na sua estação de amostragem de Sacavém começaram na quarta-feira a detectar "vestígios dos radionuclidos césio e iodo" em amostras de aerossóis - partículas suspensas em gases na atmosfera, refere um comunicado do Instituto.

Estas concentrações têm "origem presumível no acidente ocorrido no Japão, são muito baixas e não representam quaisquer perigos para a saúde pública", garante o ITN, acrescentando que "continua a acompanhar o evoluir da situação efectuando regularmente medições".

No dia 28 já tinham sido detectados nos Açores vestígios do gás Xenon 133, sem perigo para a saúde e sujeitos a desaparecer em alguns dias, segundo um especialista da Universidade dos Açores.

As partículas radioactivas movem-se pelo mundo a grandes altitudes, levadas pelas correntes de ar atmosféricas.

O acidente na central nuclear de Fukushima, no Japão, deu-se na sequência do terramoto de 11 de Março. A central continua a libertar radiação e prosseguem as tentativas de conter a fuga.

fonte: JN

segunda-feira, 28 de março de 2011

TV alemã censura "Simpsons" por causa de desastre nuclear



Os episódio da popular série norte-americana sobre um acidente numa central nuclear não serão emitidos na Alemanha.

Após o sismo e o tsunami que abalaram o Japão a 11 de Março e dos problemas com a central nuclear de Fukushima que daí resultaram, os responsáveis pela televisão privada Pro7 decidiram não emitir os episódios que possam ser mais controversos, avança a AFP.

Em "Os Simpsons", Homer trabalha como segurança numa central nuclear. Nos episódios em causa vêem-se ser despejados num jardim detritos nucleares, tubos de refrigeração a serem perfurados ou ratos mutantes a ficarem luminosos.

O "Hollywood Reporter" acrescenta que a mesma medida vai ser seguida na Áustria e Suíça.

fonte: DN

domingo, 27 de março de 2011

Água na central de Fukushima com radiação 10 mil vezes superior ao normal



Três especialistas que quinta-feira trabalhavam no reactor 3 da central de Fukushima foram afectados por níveis de radiação 10 mil vezes superiores ao normal através do contacto com água radioactiva.

Dois dos três trabalhadores foram transportados para uma clínica especial situada em Chiba, cidade a sul de Tóquio, devido a queimaduras graves, avança o diário El Mundo.

Os trabalhadores entraram em contacto com a água enquanto tentavam reparar cabos de alimentação para restabelecer a refrigeração do rector 3 da central nuclear.

A operadora Tepco referiu que os trabalhadores foram afectados pelo contacto com água que continha elevados níveis de radiação, pois nenhum deles estaria a usar botas especiais de protecção.

Um porta-voz da empresa frisou que «é prematuro tirar conclusões» sobre a origem da contaminação da água, embora admita que «não se pode descartar» que haja danos nas barras de combustível do reactor 3.

O primeiro-ministro japonês, Naoto Kan, abordou publicamente a situação no Japão duas semanas depois do desastre que assolou o país.

Naoto Kan sublinhou a evolução da central de Fukushima é «imprevisível», apesar dos esforços por parte do Governo para estabilizar a refrigeração dos reactores da central.

Após o caso dos trabalhadores, o Governo japonês alargou o raio de evacuação de 20 para 30 quilómetros em redor de Fukushima.

A Agência de Segurança Nuclear e Industrial do país instou a Tepco a reforçar a protecção em torno dos trabalhos a decorrer na central nuclear de Fukushima.

As consequências do sismo e tsunami que afectaram o Japão a 11 de Março já superaram as 10 mil mortes e as 17 mil pessoas desaparecidas, sendo que mais de 250 mil encontram-se desalojadas.

fonte: Sol

terça-feira, 22 de março de 2011

Partículas radioactivas detectadas na Islândia



Na Islândia foram detectadas pequenas partículas radioactivas que podem ser provenientes de Fukushima, embora sejam demasiado pequenas para constituírem qualquer perigo para a saúde humana.

De acordo com o diário El Mundo, quantidades minúsculas de partículas de iodo foram detectadas por uma estação de observação na capital islandesa, Reiquiavique.

As partículas terão atravessado o oceano Pacífico e chegado ao Atlântico por via da América do Norte, e resumem-se a isótopos de iodo com quantidades muito pequenas de energia radioactiva.

A detecção foi feita por uma estação de observação da Organização do Tratado de Proibição Completa de Ensaios Nucleares (OTPCEN), organismo da ONU sediado em Viena e que possui 63 estações espalhadas por todo o mundo.

A Islândia é o primeiro caso europeu em que foram detectadas partículas radioactivas supostamente originárias de Fukushima, após já terem sido detectados indícios na Califórnia, Washington e no Alasca (EUA), e também na região oeste do Canadá.

Na segunda-feira a Agência Internacional de Energia Atómica (AIEA) confirmou que foram detectados níveis elevados de radioactividade na região de Fukushima.

A 11 de Março um sismo e posterior tsunami assolaram o nordeste do Japão, o que tem causado uma instabilidade na refrigeração dos reactores da central nuclear de Fukushima.

fonte: Sol

Radioactividade já chegou aos EUA. População em pânico



Presidente Obama já veio sossegar a população, isto depois de uma agência das Nações Unidas ter avisado que uma nuvem de partículas iria atingir esta sexta-feira a costa oeste dos EUA. População já deu sinais de pânico, apesar de os níveis medidos no sul da California estarem muito abaixo do limite máximo legal.

Segundo as agências AP e Reuters, citando dois diplomatas, já chegaram algumas partículas radioactivas à costa oeste dos Estados Unidos. E, por causa disso, parte da população já deu sinais de pânico, tendo começado a corrida às máscaras de gás, pílulas anti-radiação e até abrigos para animais. Entretanto, no Japão, o nível de gravidade do acidente subiu uma escala, de quatro para cinco, o mesmo nível de gravidade do segundo acidente nuclear mais grave de que há memória, o de Three Mile Island, nos EUA.

fonte: Jornal i

segunda-feira, 21 de março de 2011

“Apocalipse” no Japão



O Japão foi sacudido por sismo de magnitude 8,9 e varrido por tsunami, no dia 11 de março, que o devastou. As autoridades nipónicas lutam, agora, sobretudo para tentar conter a ameaça nuclear que representa a central nuclear de Fukushima 1, a 250 quilómetros a nordeste de Tóquio, seriamente danificada. Dos seis reatores da central, quatro registam problemas graves. As explosões fizeram disparar os níveis de radioatividade que – afirmaram as autoridades – “poderão ter impacto na saúde humana” dentro do perímetro definido de 30 quilómetros em torno da central.

A Agência Internacional de Energia Atómica (IAEA), a quem o Japão já pediu ajuda para lidar com esta crise nuclear, como mandam os procedimentos internacionais, aponta os níveis de radiação em mais de 400 milisieverts, quatro vezes mais do que o necessário para provocar cancro e 400 vezes maior que o limite legal.

O medo de uma nuvem radioativa acabou por ser mitigado com o anúncio da redução dos níveis radioativos. A chegada do vento, que dispersou a radiação, empurrando-a para o Oceano Pacífico, não implica, no entanto, o fim dos receios. Por isso, mantém-se a zona de exclusão de 30 quilómetros à volta da central para pessoas e aviões.

A população num raio entre os 20 (zona interdita) e os 30 quilómetros da central, foi aconselhada pelas autoridades a não sair de casa, não ligar sistemas de ventilação que puxem ar do exterior nem sequer estenderem roupa na rua.


sábado, 19 de março de 2011

Iodo radioactivo detectado na água em Tóquio



Vestígios de iodo radiativo foram encontrados na água da torneira em Tóquio e noutros locais, noticia hoje a agência de notícias Kyodo, citando fontes governamentais.

Segundo a agência France Press, níveis anormais de radioatividade foram detetados hoje em dois alimentos em Fukushima e Ibaraki, próximo da central nuclear acidentada na sequência do sismo de 11 de Março (ver notícia relacionada).

A central nuclear japonesa de Fukushima continua a preocupar as autoridades locais e internacionais, desde que o sismo e tsunami provocaram problemas graves e desencadearam um acidente nuclear.

Os danos provocados impediram a distribuição da corrente eléctrica que permite arrefecer o combustível irradiado que se encontra no interior dos reatores da central, bem como o que está armazenado nas piscinas de arrefecimento.

A avaria do sistema de arrefecimento já provocou importantes emissões radioativas para a atmosfera, que podem agravar-se caso as bombas não sejam rapidamente repostas em funcionamento.

O sismo e o subsequente tsunami causaram pelo menos 6405 mortos.

fonte: DN

segunda-feira, 14 de março de 2011

Japoneses assistem à destruição de aldeia pelo tsunami


Vídeo da rede japonesa NHK mostra várias pessoas em fuga para áreas mais elevadas enquanto o tsunami varre as suas casas em Minamisanriku.

fonte: Sol

Japão: ONU diz que radiação libertada é inofensiva



A baixa intensidade da radiação libertada nas centrais nucleares japonesas e as medidas de prevenção tomadas pelas autoridades permitem afastar, de momento, qualquer efeito na saúde humana, afirmou hoje o comité científico da ONU sobre o assunto.

"De momento, do ponto de vista da saúde pública, não estamos preocupados", assegurou à agência noticiosa espanhola EFE Malcolm Crick, do secretariado do Comité Científico da ONU sobre os Efeitos da Radiação Atómica (UNSCEAR) em Viena. De acordo com este especialista, a informação de que se dispõe até agora indica que "todas as emissões (radioactivas) que ocorreram foram de um nível muito baixo".

Assinalou que uma pessoa teria que estar 12 a 15 horas na zona afectada, no momento de maior emissão, para receber a radiação equivalente a um exame radiológico do tipo de uma TAC (tomografia axial computadorizada). "São níveis acima do normal, mas que em nenhum caso representam uma ameaça para a vida", explicou.

"Não prevemos qualquer impacto na saúde humana", disse Crick, embora reconhecendo que "a situação ainda é muito grave" e que é preciso seguir o caso cuidadosamente até que a situação nas centrais volte a estar sob controlo.

No sábado e hoje ocorreram duas explosões de hidrogénio na central Fukushima Um (nordeste), no Japão, onde sexta-feira se registou um forte sismo seguido de um tsunami.

fonte: DN

sábado, 12 de março de 2011

Japão: maior sismo de sempre já fez 337 mortos


Sismo de 8,9 na escala de Richter seguido de tsunami de sete metros na costa nordeste do Japão. Veja as imagens impressionantes da televisão japonesa.



Pelo menos 337 pessoas morreram e 531 desapareceram na sequência do sismo de 8,9 na escala de Richter registado hoje no Japão, anunciou a polícia japonesa, num balanço oficial nove horas após o terramoto ao largo da costa nordeste nipónica.

"Os danos são tão extensos que precisamos de mais tempo para reunir a informação dispersa, por várias regiões atingidas", sublinhou a polícia.

O primeiro-ministro japonês, Naoto Kan, reuniu de emergência com o seu Governo e determinou a criação de um comité de crise para monitorizar a situação, tendo ainda enviado meios navais para Tóquio e para a zona de Miyagi.

O primeiro sismo, seguido de pelo menos 50 réplicas, foi registado às 14h46 locais (05h46 em Lisboa), a 179 quilómetros a leste de Sendai, ilha de Honshu, e a 382 quilómetros a nordeste de Tóquio, informou o Instituto de Geofísica dos Estados Unidos (USGS) .

Tsunami de dez metros

Um tsunami de dez metros atingiu a costa de Sendai, no nordeste do Japão.

A televisão pública japonesa NHK difundiu imagens onde se veem carros, camiões, residências e outros edfícios a serem destruídos pelo tsunami na cidade de Kamaishi.

Pacífico em alerta

O Centro de Tsunami do Pacífico no Hawai, Estados Unidos, anunciou que foi declarado um alerta de tsunami numa vasta região do Pacífico, que inclui o Japão, a Rússia e as ilhas Marianas. Foi também emitido um alerta de vigilância de tsunami para Guam, Taiwan, Filipinas, Indonésia e Hawai.

As autoridades do Hawai e das Filipinas já ordenaram a retirada da população das zonas osteiras situadas perto do nível do mar.

Embaixada contacta portugueses

De acordo com a agência noticiosa japonesa Kyoto, o sismo abanou com violência muitos edifícios de Tóquio, levando os moradores a fugir para as ruas.

O telhado de um edifício desabou no centro da capital nipónica onde cerca de 600 estudantes participavam numa cerimónia de entrega de diplomas, fazendo numerosos feridos, segundo os bombeiros e os media locais.

Também em Tóquio, a embaixada de Portugal está a tentar contactar os cerca de 500 portugueses registados no Japão, mas para já não há conhecimento de que tenham sido afetados, segundo disse à Lusa Paulo Chaves, conselheiro da embaixada.





fonte: Expresso

Veja aqui os telegramas publicados por The Guardian

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