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quinta-feira, 31 de março de 2011

Vestígios da radioactividade do Japão detectados em Lisboa



Instituto Tecnológico e Nuclear

O Instituto Tecnológico e Nuclear anunciou esta quinta-feira que detectou vestígios radioactivos do acidente nuclear no Japão no ar, mas em quantidades "muito baixas" e sem perigo para a saúde pública.

"Como seria expectável", as medições do Instituto Tecnológico e Nuclear (ITN) feitas na sua estação de amostragem de Sacavém começaram na quarta-feira a detectar "vestígios dos radionuclidos césio e iodo" em amostras de aerossóis - partículas suspensas em gases na atmosfera, refere um comunicado do Instituto.

Estas concentrações têm "origem presumível no acidente ocorrido no Japão, são muito baixas e não representam quaisquer perigos para a saúde pública", garante o ITN, acrescentando que "continua a acompanhar o evoluir da situação efectuando regularmente medições".

No dia 28 já tinham sido detectados nos Açores vestígios do gás Xenon 133, sem perigo para a saúde e sujeitos a desaparecer em alguns dias, segundo um especialista da Universidade dos Açores.

As partículas radioactivas movem-se pelo mundo a grandes altitudes, levadas pelas correntes de ar atmosféricas.

O acidente na central nuclear de Fukushima, no Japão, deu-se na sequência do terramoto de 11 de Março. A central continua a libertar radiação e prosseguem as tentativas de conter a fuga.

fonte: JN

quarta-feira, 20 de outubro de 2010

Câmara de Lisboa gastou mais de 200 mil euros com visita do Papa

As contas da visita de Bento XVI ainda não foram fechadas pelas autoridades religiosas portuguesas, mas há pelo menos um dado que consta do portal dos contratos públicos, e hoje revela do pelo Público. A Câmara de Lisboa terá gasto na ocasião 228 mil euros.

Aquando da visita do Papa a Portugal, o cardeal patriarca de Lisboa citara um texto bíblico para atestar que não pediria dinheiros da autarquia para o altar: «A César o que é de César, a Deus o que é de Deus».

Contudo, o Público de hoje revela dados que constam do portal de contratos de entidades do Estado, onde constam 68 mil euros pagos a uma empresa especializada em multimédia e audiovisuais, mais 82.460 euros para os responsáveis pelo altar, 35 mil euros para o aluguer de uma tenda para a missa, 23.700 euros com a própria missa e o mesmo valor para «serviços de meios técnicos audiovisuais».

A estes valores juntam-se os dispendidos com o fornecimento de refeições e com a montagem e desmontagem de estruturas, bem como o trabalho extraordinário de funcionários camarários, avaliado em 59 mil euros.

Em declarações ao jornal diário, a autarquia admite ter assumido «os custos relativamente à montagem de dois ecrãs».

Confrontado com o envolvimento de verbas públicas na visita de Bento XVI a Portugal, o padre Mário Rui Pedras, da comissão organizadora, (que em Abril acreditava que as cerimónias seriam pagas com dinheiro de ofertas de famílias e empresas) diz que o relatório ainda «não foi feito».

fonte: Sol

Iluminações de Natal em Lisboa vão custar 846 mil euros


A câmara de Lisboa vai adjudicar a concepção do projecto de iluminações de Natal deste ano por quase 846 mil euros, valor que será pago na totalidade apenas no próximo ano.

A proposta do vereador do Espaço Público, José Sá Fernandes, foi aprovada hoje na assembleia municipal, com os votos favoráveis do PS, do BE e dos seis deputados independentes do movimento Cidadãos por Lisboa (eleitos nas listas do PS) e com as abstenções do PSD e do CDS. O PCP, o PEV e o MPT votaram contra.

Segundo o documento, foi realizado um concurso público de concepção das iluminações, ganho pelo agrupamento J.C. Decaux Portugal, Mobiliário Urbano e Publicidade/Castros, Iluminações Festivas, que apresentou uma proposta «com o valor de 699 125 euros, ao qual acresce o IVA à taxa legal em vigor de 21 por cento».

Com essa soma, acrescenta a proposta, perfazem-se quase 846 mil euros, não havendo lugar a nenhum pagamento ainda este ano.

No ano passado, as iluminações da quadra festiva foram adjudicadas às mesmas empresas por mais de um milhão de euros.

Durante a discussão, parte da oposição mostrou-se preocupada com o montante investido, devido à actual conjuntura de crise, e com a possibilidade de a iluminação natalícia exibir logótipos e slogans de patrocinadores.

Em 2008, as iluminações foram pagas por empresas, que ocuparam com publicidade espaços como o Marquês de Pombal e o Terreiro do Paço.

José Sá Fernandes acabou por reconhecer que o resultado foi «péssimo» e em 2009 as luzes acenderam-se sem as contrapartidas publicitárias, já que as propostas recebidas foram consideradas «excessivas».

Apesar de não ter desistido da ideia, o vereador explicou que a proposta hoje aprovada não tem «publicidade associada», embora tenha colocado a possibilidade de haver um concurso para patrocínios.

Nesse caso, afirmou, a câmara analisará se as propostas são excessivas.

fonte: Sol

Veja aqui os telegramas publicados por The Guardian

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