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sábado, 16 de julho de 2011

Benfiquistas esgotam stock de barras de ouro da Caixa Geral de Depósitos


A venda de barras de ouro aos balcões dos bancos beneficia da valorização do metal precioso.


Actualmente, a Caixa Geral de Depósitos só comercializa libras de ouro, porque os prémios do cartão Benfica, atribuídos em barras de ouro, esgotaram as reservas do banco público. BCP, BES e BPI são as outras instituições que também comercializam o metal.

Os portugueses estão cada vez mais adeptos do investimento em barras de ouro. A tendência de valorização e os sucessivos recordes do metal precioso, bem como a actual conjuntura de crise, estão a aumentar a corrida aos balcões dos bancos que comercializam ouro. O BCP revela que contabilizou mais de 3500 pedidos de barras de ouro, o equivalente a um volume superior 244 quilogramas até Junho deste ano. A compra de barras até 250 gramas aumentou, enquanto a procura por barras de maior dimensão recuou.

A procura pelo ouro, metais preciosos, numismática e medalhística nos balcões das instituições justifica-se com a actual turbulência nos mercados. As crises do subprime, financeira e das dívidas soberanas obrigaram os investidores e aforradores a procurar activos de refúgio e a evitar investimentos de maior risco. Ontem o preço da onça em Nova Iorque superou os 1588 dólares.

Em declarações ao i, fonte oficial da Caixa revela que o banco não vende barras de ouro aos balcões desde que as reservas esgotaram, com a elevada adesão ao cartão do Benfica, lançado em 2008. O cartão promoveu já três edições do concurso "lugar de ouro" e só durante a época desportiva de 2010/20111 foram distribuídos 150 mil euros em barras de ouro. Nesta iniciativa eram sorteada barras de ouro a um lugar aleatório do Estádio da Luz.

Em relação às libras, a mesma fonte diz que o banco "não sentiu aumento de venda este ano comparado com período homólogo do ano passado". O banco estatal vende também rupias, moedas provenientes da Índia, com um peso aproximado de 12 gramas e sujeitas a demora na entrega.

Fonte oficial do BCP adianta que são sobretudo "os clientes tradicionais que ainda procuram a libra em ouro". A actual conjuntura está a penalizar a procura por barras de 500 gramas e 1000 gramas. Até ao dia 21 de Junho, o BCP registava 97 pedidos de barras de um quilograma, o que representa uma quebra de 66% face às 287 encomendas registadas no mesmo período do ano passado. A escolha dos portugueses está a recair nas barras de menor dimensão, com preços mais acessíveis. Por exemplo, as encomendas de 10 gramas mais que duplicaram, de 793 em 2010 para 1643 este ano. "Os produtos são indexados ao valor do ouro nos mercados internacionais e a entrega, salvo raras excepções, é imediata ou até dois dias úteis", diz o BCP.

O ouro tornou-se um investimento, mas também uma oportunidade de negócio para as redes de franchising de compra e venda de ouro. As agências multiplicam-se pelo país.

fonte: Jornal i

sexta-feira, 4 de março de 2011

Roubaram 1,5 milhões de euros em barras de ouro

 

Três pessoas assaltaram, quinta-feira durante a madrugada, um laboratório de ouro, em São Pedro da Cova, Gondomar, que se dedicava à purificação de metais preciosos. O proprietário da firma, Albino Moutinho, contou que os assaltantes neutralizaram os telefones e alarmes e roubaram barras de ouro com valor estimado em cerca de 1,5 milhões de euros.

fonte: JN

terça-feira, 5 de outubro de 2010

Ouro bate novo recorde ao alcançar 1328,22 dólares


O preço da onça de ouro bateu hoje um novo recorde no mercado de Londres ao cotar-se a 1.328,22 dólares, devido ao enfraquecimento do dólar em relação ao euro.

O preço do ouro atingiu esse valor, para depois retroceder para 1.325,75 dólares, 0,7 por cento mais do que o valor registado no fecho da sessão de segunda feira.

Os especialistas acreditam que o ouro vai continuar a registar uma tendência para a alta nos próximos dias, uma vez que a debilidade da moeda norte-americana torna mais atractivos os investimentos em matérias-primas.

Além disso, o ouro é visto como um activo de refúgio em períodos de crise económica e financeira e quando os mercados bolsistas estão muito voláteis face à incerteza da evolução da economia mundial, o que acontece actualmente.

O ouro, desde o início do ano, já se valorizou em cerca de 17,4 por cento.

fonte: DN

quarta-feira, 8 de setembro de 2010

Lojas que compram ouro usado duplicaram nos últimos dois anos

Nos últimos dois anos, mais do que duplicaram os retalhistas de ourivesaria licenciados pela Contrastaria Nacional. A compra e venda de ouro é um negócio em expansão contínua que se alimenta também da crise e ambiciona comprar tudo o que temos em casa.


Em dois anos, mais do que duplicaram os retalhistas de ourivesaria

O ouro chegou, ontem, aos 1260 dólares por onça - a apenas 5 dólares do máximo histórico registado no passado dia 21 de Junho -, e os analistas crêem que os próximos tempos continuam a ser de forte valorização. Poderá, mesmo, chegar aos 1300 dólares até ao final do ano.

Estas cotações têm directamente a ver com a confiança que os investidores depositam noutro tipo de aplicações e que, recentemente, com a possibilidade de os bancos europeus estarem a subvalorizar o risco das dívidas públicas, coloca o ouro em excelente posição de refúgio. Também os portugueses estão a investir no metal.

"Vendemos muito ouro para investimento - em barra -, dado que as pessoas se aperceberam que têm a vantagem de não pagar impostos, de ter um bem que está sempre a valorizar e é um bem tangível, ou seja, não é como ter acções que, a qualquer momento, podem deixar de valer seja o que for", adiantou, ao JN, Luíz Pereira, director-geral da rede nacional de franchising Ourinvest. Já com 32 agências abertas ao público, em todo o país, apesar de a marca ter apenas dois anos, a empresa-mãe tem mais de duas décadas de experiência no mercado.

"Não é em dois anos, desde que houve este 'boom' da compra de ouro para fundir, que se adquire tudo o que há em casa dos portugueses", explica, justificando o motivo pelo qual há ainda espaço no mercado para crescer.

"Não significa que as pessoas estejam a vender por causa da crise. Há, certamente, quem o faça, mas temos a experiência de muitos que vendem artigos que tinham em casa e compram barras", revela, ainda. Barras de ouro, mas também de prata, dada a expectativa de valorização (ver página ao lado sobre a prata).

A Contrastaria registou, em 2008, 208 registos de retalhistas de ourivesaria, não havendo uma categoria específica para o negócio da compra e venda de ouro usado. Qualquer ourivesaria pode fazê-lo, porém, dado que, este ano, já há 466 daqueles registos, certamente os números estarão ligados.

A Valores, outra cadeia de franchising em compra e venda de ouro e jóias, abriu 120 agências em dois anos e espera abrir mais 20 até Dezembro."As pessoas não confiam na banca, nas acções, ou então querem diversificar os seus investimentos. Temos vendido muito ouro e sabemos que ainda há muito ouro para comprar. Há negócio para todos", garante André Pinto, administrador da rede.

fonte: JN

Veja aqui os telegramas publicados por The Guardian

Veja aqui os telegramas publicados por The Guardian
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