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sábado, 24 de julho de 2010

Bagas chinesas podem conter metais e pesticidas


São anunciadas e comercializadas como tendo as virtudes de muitos outros produtos que já estiveram em moda. As bagas de goji têm também já a suspeição lançada pela organização de defesa do consumidor OCU, de Espanha, que solicitou às autoridades sanitárias do país a retirada do mercado destes frutos provenientes da China.

A Organización de Consumidores e Usuarios (OCU) solicitou ao Ministério da Saúde de Espanha que ordene a proibição de comercializar bagas de goji. Na base do pedido estão análises feitas a este alimento "maravilha", publicitado como tendo propriedades de rejuvenescimento e desintoxicação do organismo. Ora, é precisamente o contrário deste último efeito que as análises a dez amostras comprovaram.

O fruto seco contém resíduos significativos de pesticidas e ainda de metais pesados, como mercúrio, chumbo, cádmio e cobre. Segundo a OCU, as concentrações não são de modo a provocar uma intoxicação aguda, porque seria preciso comer vários quilos do produto em causa. No entanto, a longo prazo, aqueles tóxicos têm efeito cumulativo. As bagas são vendidas em Espanha por cerca de 25 euros o quilo e em Portugal podem rondar os 30 euros.

fonte: JN

terça-feira, 13 de julho de 2010

Frutas e hortaliças: 3,5% com níveis proibidos de pesticidas


Mais de 360 diferentes resíduos de pesticidas foram identificados em frutas e hortaliças consumidas na Europa, 76 dos quais em cereais, segundo um estudo hoje divulgado pela Agência Europeia para a Segurança dos Alimentos (AESA).

No entanto, e de acordo com o estudo realizado no âmbito das novas normas que entraram em vigor na UE em meados de 2008, apenas 3,5 por cento das amostras apresentaram vestígios de pesticidas em níveis superiores aos limites máximos de resíduos (LMR) autorizados.

"O relatório mostra que 96,5 por cento das amostras são consistentes com teores máximos de resíduos de agrotóxicos permitidos na UE", refere a AESA num comunicado que acompanha o estudo.

O estudo baseou-se em mais de 11 mil amostras de nove diferentes produtos (laranjas, tangerinas, pêras, batatas, cenouras, pepinos, espinafres, feijão e arroz sem casca) analisadas em 2008 nos 27 estados-membros da UE.

A AESA concluiu também que é maior a presença de pesticidas nos alimentos importadas de países fora da UE (7,6 por cento) do que nas amostras dos produtos produzidos na União Europeia (2,4).

Quanto à comida para bebé (2062 amostras), 76 apresentaram resíduos de pesticidas e quatro excederam as normas máximas recomendadas.

O relatório hoje divulgado não pode ser comparado com o do ano passado e com dados relativos a 2008, uma vez que as normas europeias para os resíduos químicos nos alimentos foram revistas a 01 de Setembro de 2008, tendo os estados-membros harmonizado os procedimentos.

Anteriormente, cada país da União Europeia estabelecia suas próprias normas.

fonte: DN

Veja aqui os telegramas publicados por The Guardian

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