Mostrar mensagens com a etiqueta Sismo no Japão. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Sismo no Japão. Mostrar todas as mensagens

sábado, 2 de abril de 2011

'50 de Fukushima' sabem que vão morrer devido à radiação




Os soldados, bombeiros e técnicos que têm estado a lutar para controlar as fugas dos reactores sabem que estão a sacrificar-se e acreditam que vão acabar por morrer devido à exposição à radiação, avança a mãe de um dos homens.

Numa tentativa para prevenir um desastre nuclear ainda maior, o grupo que ficou conhecido pelos 50 de Fukushima - grupo de 300 homens dos quais 50 trabalham por turnos dentro da central nuclear - foi exposto repetidamente a níveis de radioactividade altíssimos.

De acordo com o britânico The Telegraph, a mãe de um dos homens conta que entre o grupo é aceite que a médio prazo a morte por radiação é uma forte possibilidade. Explica que entre os homens foi tomada uma opção consciente: «O meu filho e os colegas têm discutido sobre isso e comprometeram-se a trabalhar, ainda que isso signifique a morte».

Na quinta-feira passada estes homens lutavam para ganhar novamente o controle dos sistemas de refrigeração dos quatro reactores da central nuclear de Fukushima.

O receio de fugas radioactivas aumentou depois de iodo radioactivo com uma concentração de radioactividade ser superior quase 5 mil vezes ao que é legal ter sido encontrado na água do mar. Por baixo do 2º reactor, os niveis de radioactividade são 10 mil vezes superiores ao aconselhável para a saúde pública.

fonte: Sol

segunda-feira, 28 de março de 2011

TV alemã censura "Simpsons" por causa de desastre nuclear



Os episódio da popular série norte-americana sobre um acidente numa central nuclear não serão emitidos na Alemanha.

Após o sismo e o tsunami que abalaram o Japão a 11 de Março e dos problemas com a central nuclear de Fukushima que daí resultaram, os responsáveis pela televisão privada Pro7 decidiram não emitir os episódios que possam ser mais controversos, avança a AFP.

Em "Os Simpsons", Homer trabalha como segurança numa central nuclear. Nos episódios em causa vêem-se ser despejados num jardim detritos nucleares, tubos de refrigeração a serem perfurados ou ratos mutantes a ficarem luminosos.

O "Hollywood Reporter" acrescenta que a mesma medida vai ser seguida na Áustria e Suíça.

fonte: DN

terça-feira, 22 de março de 2011

Radioactividade já chegou aos EUA. População em pânico



Presidente Obama já veio sossegar a população, isto depois de uma agência das Nações Unidas ter avisado que uma nuvem de partículas iria atingir esta sexta-feira a costa oeste dos EUA. População já deu sinais de pânico, apesar de os níveis medidos no sul da California estarem muito abaixo do limite máximo legal.

Segundo as agências AP e Reuters, citando dois diplomatas, já chegaram algumas partículas radioactivas à costa oeste dos Estados Unidos. E, por causa disso, parte da população já deu sinais de pânico, tendo começado a corrida às máscaras de gás, pílulas anti-radiação e até abrigos para animais. Entretanto, no Japão, o nível de gravidade do acidente subiu uma escala, de quatro para cinco, o mesmo nível de gravidade do segundo acidente nuclear mais grave de que há memória, o de Three Mile Island, nos EUA.

fonte: Jornal i

segunda-feira, 21 de março de 2011

“Apocalipse” no Japão



O Japão foi sacudido por sismo de magnitude 8,9 e varrido por tsunami, no dia 11 de março, que o devastou. As autoridades nipónicas lutam, agora, sobretudo para tentar conter a ameaça nuclear que representa a central nuclear de Fukushima 1, a 250 quilómetros a nordeste de Tóquio, seriamente danificada. Dos seis reatores da central, quatro registam problemas graves. As explosões fizeram disparar os níveis de radioatividade que – afirmaram as autoridades – “poderão ter impacto na saúde humana” dentro do perímetro definido de 30 quilómetros em torno da central.

A Agência Internacional de Energia Atómica (IAEA), a quem o Japão já pediu ajuda para lidar com esta crise nuclear, como mandam os procedimentos internacionais, aponta os níveis de radiação em mais de 400 milisieverts, quatro vezes mais do que o necessário para provocar cancro e 400 vezes maior que o limite legal.

O medo de uma nuvem radioativa acabou por ser mitigado com o anúncio da redução dos níveis radioativos. A chegada do vento, que dispersou a radiação, empurrando-a para o Oceano Pacífico, não implica, no entanto, o fim dos receios. Por isso, mantém-se a zona de exclusão de 30 quilómetros à volta da central para pessoas e aviões.

A população num raio entre os 20 (zona interdita) e os 30 quilómetros da central, foi aconselhada pelas autoridades a não sair de casa, não ligar sistemas de ventilação que puxem ar do exterior nem sequer estenderem roupa na rua.


sábado, 19 de março de 2011

Iodo radioactivo detectado na água em Tóquio



Vestígios de iodo radiativo foram encontrados na água da torneira em Tóquio e noutros locais, noticia hoje a agência de notícias Kyodo, citando fontes governamentais.

Segundo a agência France Press, níveis anormais de radioatividade foram detetados hoje em dois alimentos em Fukushima e Ibaraki, próximo da central nuclear acidentada na sequência do sismo de 11 de Março (ver notícia relacionada).

A central nuclear japonesa de Fukushima continua a preocupar as autoridades locais e internacionais, desde que o sismo e tsunami provocaram problemas graves e desencadearam um acidente nuclear.

Os danos provocados impediram a distribuição da corrente eléctrica que permite arrefecer o combustível irradiado que se encontra no interior dos reatores da central, bem como o que está armazenado nas piscinas de arrefecimento.

A avaria do sistema de arrefecimento já provocou importantes emissões radioativas para a atmosfera, que podem agravar-se caso as bombas não sejam rapidamente repostas em funcionamento.

O sismo e o subsequente tsunami causaram pelo menos 6405 mortos.

fonte: DN

sábado, 12 de março de 2011

Japão: maior sismo de sempre já fez 337 mortos


Sismo de 8,9 na escala de Richter seguido de tsunami de sete metros na costa nordeste do Japão. Veja as imagens impressionantes da televisão japonesa.



Pelo menos 337 pessoas morreram e 531 desapareceram na sequência do sismo de 8,9 na escala de Richter registado hoje no Japão, anunciou a polícia japonesa, num balanço oficial nove horas após o terramoto ao largo da costa nordeste nipónica.

"Os danos são tão extensos que precisamos de mais tempo para reunir a informação dispersa, por várias regiões atingidas", sublinhou a polícia.

O primeiro-ministro japonês, Naoto Kan, reuniu de emergência com o seu Governo e determinou a criação de um comité de crise para monitorizar a situação, tendo ainda enviado meios navais para Tóquio e para a zona de Miyagi.

O primeiro sismo, seguido de pelo menos 50 réplicas, foi registado às 14h46 locais (05h46 em Lisboa), a 179 quilómetros a leste de Sendai, ilha de Honshu, e a 382 quilómetros a nordeste de Tóquio, informou o Instituto de Geofísica dos Estados Unidos (USGS) .

Tsunami de dez metros

Um tsunami de dez metros atingiu a costa de Sendai, no nordeste do Japão.

A televisão pública japonesa NHK difundiu imagens onde se veem carros, camiões, residências e outros edfícios a serem destruídos pelo tsunami na cidade de Kamaishi.

Pacífico em alerta

O Centro de Tsunami do Pacífico no Hawai, Estados Unidos, anunciou que foi declarado um alerta de tsunami numa vasta região do Pacífico, que inclui o Japão, a Rússia e as ilhas Marianas. Foi também emitido um alerta de vigilância de tsunami para Guam, Taiwan, Filipinas, Indonésia e Hawai.

As autoridades do Hawai e das Filipinas já ordenaram a retirada da população das zonas osteiras situadas perto do nível do mar.

Embaixada contacta portugueses

De acordo com a agência noticiosa japonesa Kyoto, o sismo abanou com violência muitos edifícios de Tóquio, levando os moradores a fugir para as ruas.

O telhado de um edifício desabou no centro da capital nipónica onde cerca de 600 estudantes participavam numa cerimónia de entrega de diplomas, fazendo numerosos feridos, segundo os bombeiros e os media locais.

Também em Tóquio, a embaixada de Portugal está a tentar contactar os cerca de 500 portugueses registados no Japão, mas para já não há conhecimento de que tenham sido afetados, segundo disse à Lusa Paulo Chaves, conselheiro da embaixada.





fonte: Expresso

Veja aqui os telegramas publicados por The Guardian

Veja aqui os telegramas publicados por The Guardian
Veja aqui os telegramas publicados por The Guardian