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sábado, 2 de outubro de 2010

Depressão mata 1200 pessoas por ano em Portugal


"A depressão é o principal factor de risco para o suicídio", sendo "enormes" as consequências sociais e económicas 

A primeira campanha nacional integrada sobre depressão é lançada hoje, Dia Europeu da Depressão, e pretende alertar para a “dimensão emocional e física” de duma doença que pode ser responsável por mais de 1200 mortes por ano em Portugal.

Sob o mote “A Depressão dói. Mas pode deixar de doer”, a campanha, uma iniciativa da farmacêutica Lilly que conta com o apoio da Sociedade Portuguesa de Psiquiatria e Saúde Mental, pretende falar sobre a depressão “numa perspectiva integrada, informar, esclarecer e desmistificar muitas dúvidas que ainda existem e modificar comportamentos e atitudes perante uma doença que tem uma dimensão emocional e física”.

A campanha será difundida através da televisão, da rádio, da imprensa, online, de cartazes em unidades de saúde e farmácias e de uma unidade móvel interactiva que irá percorrer várias cidades até ao início de Dezembro.

No camião, as pessoas poderão, através de conteúdos interactivos, perceber o que é a depressão, como se manifesta e quais os sintomas que lhe estão associados, o seu impacto no dia a dia dos doentes, visitar as regiões do cérebro envolvidas na depressão e responder a um autodiagnóstico que pode ser impresso para levar a um médico.

Depressão afecta um em cada cinco portugueses

A depressão afecta um em cada cinco portugueses e pode ser responsável por mais de 1200 mortes anualmente no país. As consequências económicas são “enormes”, estimando-se um custo anual de 118 milhões de euros na Europa, segundo o especialista em fármaco-economia Jorge Félix.

Segundo Jorge Félix, “a depressão é o principal factor de risco para o suicídio”, sendo “enormes” as suas consequências sociais e económicas.

Dados avançados à Lusa pela consultora IMS Health indicam que, entre Setembro de 2009 e Agosto de 2010, foram vendidas em Portugal 6,885 milhões de embalagens de anti-depressivos e estabilizadores de humor (mais quatro por cento em relação ao ano anterior), no valor de 117,1 milhões de euros, que se manteve igual.

Até Agosto de 2009 tinha havido uma descida de nove por cento do valor destes medicamentos face ao ano anterior.

Um estudo pioneiro realizado em Portugal em 1992 estimou que a depressão custaria à sociedade portuguesa cerca de 1227 milhões de euros. Deste valor, 80 por cento foi atribuído a custos indirectos (perda de produção por incapacidade temporária) e 17 por cento a custos directos (consumo de cuidados de saúde). Os custos associados ao suicídio foram estimados em cerca de três por cento do total.

fonte: Público

domingo, 12 de setembro de 2010

Padres purificavam com o "zim-bum"


A magnitude dos abusos sexuais cometidos por clérigos na Bélgica, revelada num documento tornado público na sexta-feira e no qual se fala de 507 vítimas em 30 anos, das quais 13 se suicidaram, está a comover o país. O relatório foi elaborado por uma comissão incumbida de investigar a pedofilia na igreja católica belga, instituição onde a "lei do silêncio" imperou durante décadas, segundo o pedopsiquiatra Peter Adriaenssens. "A realidade é pior do que apresentamos aqui porque ninguém conta essas coisas num primeiro contacto", avaliou. O documento apresenta testemunhos arrepiantes. Vários deles relataram que os abusos eram justificados como forma de "expiação": "Para que sejas purificada por Jesus, tenho que te fazer o 'zim- -bum'", dizia o padre , segundo uma das testemunhas. "Então começava a levantar-me a saia e a tocar-me as pernas, até à sua ejaculação. Depois mandava-me rezar um pai-nosso", prossegue a testemunha. A Igreja belga reconheceu os "actos atrozes" e assegura que ajudará as vítimas. Se- gundo o ex-presidente da Confe- rência Episcopal cardeal Godfried Danneels, vai criar-se um fundo monetário de compensação às vitimas. O cardeal está a ser investigado pela Justiça, por, supostamente, ter encoberto os abusos.

fonte: DN

sexta-feira, 10 de setembro de 2010

Em 2008 suicidaram-se 1038 pessoas em Portugal


Em 2008 suicidaram-se em Portugal 1038 pessoas, sendo a maioria homens, revelou hoje, sexta-feira, Dia Mundial de Prevenção do Suicídio, o Departamento de Saúde Mental da Faculdade de Ciências Médicas de Lisboa.

De acordo com números facultados à agência Lusa, em 2008 suicidaram-se 1038 portugueses, 794 homens e 244 mulheres, número que aumentou ligeiramente desde 2006.

Em 2006 registaram-se em Portugal 873 óbitos por suicídio, 678 de homens e 195 de mulheres. No ano seguinte, o número passou para 1020, 751 de homens e 269 de mulheres.

O Dia Mundial de Prevenção do Suicídio, uma iniciativa da Associação Internacional para a Prevenção do Suicídio em parceria com a Organização Mundial de Saúde (OMS), tem este ano como tema "Muitas Faces, Muitos Lugares, Prevenção do Suicídio ao Redor do Mundo".

A Associação Internacional para a Prevenção do Suicídio lança o desafio de pelas 20:00 todas as pessoas interessadas em mostrarem o seu apoio à vida colocarem uma vela junto à janela.

Por ocasião do Dia Mundial de Prevenção do Suicídio, a linha SOS Voz Amiga leva a cabo uma jornada de atendimento contínuo de 72 horas, que teve início às 00:00 de hoje e termina às 00:00 de segunda feira.

fonte: JN

Pedofilia na Igreja relacionada com 13 suicídios


Pelo menos 13 pessoas suicidaram-se depois de terem sido abusadas por padres na Bélgica, indicou hoje uma comissão incumbida de investigar a pedofilia na Igreja Católica belga.

O relatório da comissão que analisou as queixas de abusos sexuais, dirigida por um pedopsiquiatra, sublinha "os efeitos negativos na saúde física e mental" das vítimas.

A comissão recolheu testemunhos de 475 pessoas abusadas ou de familiares e indica que foram referidos 13 suicídios que terão "relação com o abuso sexual" por parte de um clérigo.

Seis pessoas mencionam igualmente tentativas de suicídio e uma outra que foi abusada indicou que o seu parceiro se suicidou devido ao impacto que o seu passado teve na relação.

A maior parte destes casos de pedofilia ocorreram entre os anos de 1950 e o final dos anos 1980 por padres, por professores de religião e também por acompanhantes de movimentos juvenis.

fonte: DN

Veja aqui os telegramas publicados por The Guardian

Veja aqui os telegramas publicados por The Guardian
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