terça-feira, 3 de agosto de 2010

Sarah Palin acusa Obama de falta de 'cojones'


A ex-candidata à vice-presidência dos EUA continua a suscitar polémica. Desta vez Sarah Palin elogiou a controversa governadora do Arizona, Jan Brewer, em entrevista à Fox, comparando-a desfavoravelmente com Barack Obama. "Ela tem os cojones que faltam ao Presidente para tornar a nossa fronteira [com o México] mais segura", disse Palin, usando o termo espanhol.

Vejam o video


fonte: DN

Cigarros têm metade do tabaco e mais químicos


Os cigarros actuais têm metade do tabaco vegetal do que aqueles que se fabricavam há 40 anos, sendo-lhes adicionados centenas produtos químicos para os tornar mais apelativos para os jovens e aumentar o poder viciante da nicotina. Esta a conclusão do Comité Nacional para a Prevenção do Tabagismo (CNPT) espanhol num relatório hoje divulgado pela agência EFE.

O relatório reflecte um estudo do Comité Científico para a Identificação dos Riscos Emergentes para a Saúde Pública, da Comissão Europeia, que avalia o uso de aditivos no tabaco com o objectivo de aumentar o vício.

'A indústria tabaqueira adiciona aos cigarros entre 400 a 600 substâncias químicas', escreve a CNPT. Estes químicos servem para dar a cada marca o seu sabor próprio, mas através da combustão transformam-se em elementos por si só prejudiciais à saúde.

A CNPT exemplifica: os açúcares adicionados aos cigarros para lhes dar sabor convertem-se, após a combustão, em acetaldeído, um produto químico que 'é viciante por si mesmo e que aumenta o poder da nicotina'.

Outra substância também utilizada pelos fabricantes é o cacau cujo fumo, após inalado, tem um efeito dilatador nos brônquios, o que 'facilita o trânsito dos vapores da nicotina nos pulmões', que assim chega com mais facilidade ao sangue, ainda segundo a CNPT citada pela EFE.

fonte: DN

BP tenta selagem definitiva do poço


Trabalhos de limpeza do crude

Caso os testes de pressão realizados esta madrugada no sistema de contenção de crude instalado no poço Macondo, no Golfo do México, tenham corrido conforme o esperado, a BP deverá iniciar hoje a crucial operação de selagem da estrutura danificada de modo a conter, em definitivo, o derrame de crude que há mais de três meses esteve na origem da pior catástrofe ambiental do género na história dos EUA.

De acordo com a petrolífera britânica, este é o único processo seguro de travar definitivamente a fuga de crude. A operação, que está a ser preparada há semanas pelos técnicos da BP, terá duas fases: na primeira, que terá início hoje, serão injectadas toneladas de lama e cimento no poço danificado, através do dispositivo de contenção instalado pela BP no mês passado, num procedimento conhecido como ‘static kill’.

Concluído o processo, os engenheiros irão verificar se teve êxito e se a pressão no poço se manteve estável e não foram detectadas novas fugas. Em teoria, a lama deverá ser suficiente para conter o crude e o gás. Caso alguma fuga seja detectada durante os próximos dias, os técnicos tentarão identificá-la através de testes apropriados.

Numa segunda fase, dentro de cinco a sete dias, serão injectados mais lama e cimento no fundo do poço, a mais de 4 mil metros de profundidade, através de dois poços alternativos que foram escavados nas últimas semanas. Este processo é designado como ‘bottom kill’ e deverá ser dado como concluído no final do mês, após os necessários testes de pressão e integridade do poço.

O objectivo dos técnicos da BP é estancar o crude na sua origem e não apenas no ponto onde está a ser derramado para o mar. Trata-se de uma autêntica corrida contra o tempo, para conter definitivamente o derrame antes da fase mais activa da temporada dos furacões na região, que tem início em meados deste mês e termina em finais de Outubro.

SOLVENTES TÓXICOS USADOS NA LIMPEZA

O Subcomité de Energia e Meio Ambiente dos EUA está a investigar se a BP violou a lei ao utilizar dispersantes tóxicos em quantidades proibidas nos trabalhos de limpeza do derrame de crude. A petrolífera britânica alega ter sido autorizada a utilizar os produtos pelo responsável máximo das operações de limpeza no Golfo do México, o almirante na reserva Thad Allen.


Procuradores do Freeport chamaram "estúpido" ao povo, diz Marinho Pinto


O bastonário da Ordem dos Advogados, Marinho Pinto, disse que os procuradores do caso Freeport estão a chamar "estúpido" ao povo português, quando alegam falta de tempo para não terem inquirido o primeiro-ministro.

Em declarações hoje, terça-feira, à agência Lusa, Marinho Pinto considerou lamentável que o inquérito tenha sido encerrado com os procuradores Vítor Magalhães e Paes Faria a colocarem no despacho final as 27 perguntas que gostariam de ter feito a José Sócrates, mas que não o fizeram alegando falta de tempo.

"Encerram o inquérito e têm lá 20 e tal perguntas que dizem que não puderam fazer por falta de tempo. Isso é chamar estúpido ao povo português", afirmou.

Para o bastonário, o processo Freeport "nasceu contra uma pessoa, de uma denúncia que era anónima, mas não era anónima, que foi combinada, e ao fim de seis anos essa pessoa que foi denunciada, acusada de tudo na comunicação social, não foi ouvida por nenhum investigador".

Tudo isto, segundo Marinho Pinto, "só é possível porque os procuradores estão convencidos, aliás têm a certeza, de que podem fazer o que lhes apetece porque sabem que nada lhes acontece".

Marinho Pinto classifica de "aberração" a forma como o Ministério Público (MP) actua e diz que este procedimento tem "consequências nefastas para o Estado de direito".

Em entrevista escrita ao Diário de Notícias, o procurador geral da República, Pinto Monteiro, admite, a propósito do processo Freeport, que "nunca conheceu um despacho igual, nem tem memória de alguém lho referir".

Na semana passada, o procurador geral da República anunciou a realização de um inquérito "para o integral esclarecimento de todas as questões de índole processual ou deontológica" que o processo Freeport possa suscitar.

A abertura do inquérito visa também apurar "eventuais anomalias registadas na concretização de actos processuais", adianta uma nota da Procuradoria Geral da República então divulgada.

A mesma nota garante que Pinto Monteiro "nunca colocou qualquer limitação" à investigação do Freeport e assegura que "os magistrados titulares do processo procederam à investigação, com completa autonomia, inquirindo as pessoas que julgaram necessárias e realizaram todas as diligências que tiveram por oportunas".

No final do inquérito, o MP acusou os empresários Charles Smith e Manuel Pedro por tentativa de extorsão e absolveu os restantes cinco arguidos do processo Freeport, ao mesmo tempo que determinou o arquivamento dos crimes de corrupção (activa e passiva), tráfico de influência, branqueamento de capitais e financiamento ilegal de partidos políticos.

O processo Freeport teve na sua origem suspeitas de corrupção e tráfico de influências na alteração à Zona de Protecção Especial do Estuário do Tejo e licenciamento do espaço comercial em Alcochete quando era ministro do Ambiente José Sócrates, actual primeiro-ministro.

Entre os arguidos figuram os empresários Charles Smith e Manuel Pedro, João Cabral, funcionário da empresa Smith&Pedro, o arquitecto Capinha Lopes, o antigo presidente do Instituto de Conservação da Natureza Carlos Guerra e o então vice-presidente deste organismo José Manuel Marques e o ex-autarca de Alcochete José Dias Inocêncio.

fonte: JN

segunda-feira, 2 de agosto de 2010

Cápsulas do tempo vão guardar memórias de John Lennon até 2040

Para comemorar o 70º aniversário do nascimento de John Lennon, vão ser fechadas três cápsulas do tempo - contendo álbuns, objetos do cantor, mensagens e comentários dos fãs - que só voltarão a ser abertas em 2040, no centenário do nascimento do músico.

(Vídeos no fim do texto)


Esta inciativa, promovida pelo Rock and Roll Hall of Fame and Museum e apoiada pela viúva de Lennon, Yoko Ono, tem também por objetivo conservar o legado de John Lennon para que novas gerações o possam conhecer.

Yoko, num comunicado oficial, disse gostar da ideia: "Estou encantada por ajudar a partilhar a música do John e algumas mensagens de paz e amor com as crianças de hoje e de amanhã. Sei que o trabalho, a vida e os sonhos do John vão inspirá-las a fazerem um mundo melhor".

Os fãs que queiram participar com conteúdos para estas cápsulas podem ir ao site http://www.boxofvision.com/TimeCapsule/ , dar o seu nome e e-mail e deixar comentários, ideias e vídeos das performances do músico britânico. Este serviço está disponível até dia 15 de setembro.

Estas cápsulas só voltarão a ser abertas no mesmo dia do ano 2040, quando se comemora o centenário do nascimento de John Lennon.

Ainda não são conhecidos mais pormenores, mas a revista "NME" já adiantou que uma das cápsulas vai ser guardada no Museu do Rock, em Ohio, nos Estados da América.

Há já também um grupo no Facebook, John Lennon Box of Vision , que fornece a quem se tornar fã, toda a informação disponível.

Veja aqui mais vídeos sobre o John Lennon Box of Vision



fonte: Expresso

Holanda inaugura retirada da NATO do Afeganistão


Canadá, Polónia, Reino Unido e EUA também já discutem datas de saída.

A Holanda tornou-se ontem o primeiro país membro da NATO a retirar as suas tropas do Afeganistão, onde há nove anos os aliados combatem os talibãs e a Al-Qaeda.

Os holandeses saíram da província afegã de Uruzgan, onde passaram os últimos quatro anos, tendo transferido o controlo da mesma para os militares norte- -americanos e australianos.

"A comunidade internacional e a NATO ajudam o Afeganistão a endireitar-se sobre as suas pernas. A Holanda assumiu as suas responsabilidades e bateu-se pela segurança e reconstrução do país", afirmou ontem o ainda ministro dos Negócios Estrangeiros holandês, Maxime Verhagen, em comunicado citado pela AFP.

A NATO queria que as tropas holandesas prolongassem por mais um ano a sua missão, mas divergências sobre o assunto levaram à queda do Governo. E à não renovação do mandato.

Esta não foi a primeira vez que a política externa provocou uma crise governamental na Holanda: em 2002, a equipa de Wim Kok, então primeiro-ministro do país, demitiu-se na sequência de um relatório que responsabilizava os capacetes-azuis holandeses pelo massacre no enclave de Srebrenica - onde morreram milhares de muçulmanos bósnios às mãos das forças sérvias bósnias.

A Holanda teve legislativas antecipadas há quase dois meses, mas até ao momento os vários partidos ainda não conseguiram chegar a acordo para formar uma nova coligação e governar.

No Afeganistão, onde chegou a ter um contingente de 1950 militares, 24 dos quais morreram, os holandeses gastaram 1,4 mil milhões de euros e duplicaram para 179 as escolas em Uruzgan. Além disso construíram uma estrada entre Tarin Kowt e Chora, as duas cidades mais povoadas daquela província afegã. E treinaram três mil soldados afegãos.

A seguir à Holanda, o próximo Estado membro da NATO a retirar-se de território afegão poderá ser o Canadá. O seu Governo anunciou a saída para 2011, mas ainda não precisou a data. Os EUA já fizeram saber que iniciarão a retirada dentro de um ano.

"Eu penso que é preciso reafirmar a mensagem que consiste em dizer que não deixaremos o Afeganistão em Julho de 2011. Numa primeira fase a retirada será limitada", disse Robert Gates, secretário da Defesa dos Estados Unidos, em declarações à ABC. O vice-presidente, Joe Biden, afirmara antes que apenas dois mil militares americanos seriam retirados inicialmente do Afeganistão.

A Polónia também anunciou que pretende sair em 2012 e o Reino Unido indicou que poderá retirar em 2014 ou 2015, antes das próximas eleições britânicas. Na conferência de doadores em Cabul, no mês passado, ficou estabelecido que até ao final de 2014 a polícia e o exército afegãos assumirão o controlo de todas as províncias do país - uma meta que será sem dúvida um grande desafio à liderança de Hamid Karzai, Presidente do Afeganistão.

À margem da cimeira da NATO, que vai decorrer em Lisboa nos dias 19 e 20 de Novembro, para definir o novo conceito estratégico da organização, irá realizar-se uma reunião sobre a Força Internacional de Segurança e Assistência da NATO. Isso mesmo anunciou o enviado do Governo português à conferência de Cabul, o secretário de Estado das Comunidades, António Braga.

fonte: DN

Iraque ainda deve 17 mil milhões de euros ao Koweit


A 2 de Agosto de 1990, Saddam Hussein ordenou a invasão do emirado do Koweit. Foi derrotado pela coligação liderada pelos EUA, numa guerra indirectamente ligada à outra de Março de 2003. Os dois países ainda não sararam todas as feridas e a morte e o caos imperam no Iraque.

Julho foi o mês mais mortífero dos últimos dois anos no Iraque, com 535 vítimas, segundo dados dos ministérios da Saúde, Defesa e Interior iraquianos. Esta notícia constitui o mais recente elo de ligação com uma decisão que o ditador iraquiano Saddam Hussein tomou faz hoje duas décadas e com a qual mudou o destino do seu país: invadir o emirado do Koweit.

A agressão iraquiana ao país vizinho levou à intervenção de uma coligação internacional liderada pelos Estados Unidos, que teve uma aprovação histórica por unanimidade por parte dos membros do Conselho de Segurança da ONU. A guerra terminou sete meses depois com a retirada das tropas de Saddam, que continuou, contudo, no poder, e esteve indirectamente ligada à invasão do Iraque em Março de 2003. Hoje iraquianos e koweitianos ainda não sararam todas as feridas.

O Iraque já pagou 23 mil milhões de euros em indemnizações ao vizinho através de um fundo gerido pe-la ONU. Mas deve ainda 17 mil milhões. Ambas as partes devolveram cadáveres de vítimas da guerra, mas haverá muitos desaparecidos.

A provar que nem tudo são águas passadas esteve a apreensão pelas autoridades do Koweit de um avião da Iraqi Airways, em Abril, como retaliação pelo roubo de dez aviões durante a guerra. No mês seguinte, o actual Governo iraquiano dissolveu a empresa, para não ter de pagar mais essa dívida. Além disso, o Iraque quer mudar o traçado das fronteiras feito pela ONU. O Koweit nem quer ouvir falar nisso.

Saddam sempre disse que invadira o país vizinho porque este estava a enfraquecer a economia iraquiana ao roubar petróleo. Mas na prisão confessou a George Piro que foi um insulto a decidir a invasão. "O emir disse que não descansava até que todas as iraquianas fossem prostitutas de dez dólares. Saddam decidiu então invadir o Koweit. Queria castigar o emir Al-Sabah", contou mais tarde o agente do FBI.

fonte: DN

Forças combatentes saem do Iraque no fim do mês


O presidente Barack Obama confirmou hoje que no final de Agosto os Estados Unidos terminarão a sua missão de combate no Iraque, mas adiantou que "o sacrifício não termina".

"Manteremos no Iraque uma força de transição até à retirada de todos os nossos soldados no final do próximo ano", disse num congresso de veteranos norte-americanos em Atlanta, Geórgia.

Os cerca de 50.000 soldados que permanecerão no Iraque depois de 31 de Agosto dedicar-se-ão ao apoio e ao treino das forças de segurança iraquianas. Quando Obama assumiu funções, em Janeiro de 2009, estavam no Iraque cerca de 144 000 soldados norte-americanos.

O presidente recordou que, como candidato à Casa Branca em 2008, prometeu pôr fim à guerra no Iraque "de modo responsável" e que pouco depois de iniciar o seu mandato anunciou uma nova estratégia que incluía a passagem de responsabilidade para o governo iraquiano.

"E fui claro quanto ao facto de até ao final do mês de agosto de 2010 ser terminada a missão de combate norte-americana no Iraque. E é exatamente o que fazemos, como prometido, de acordo com as previsões", insistiu o presidente.

Os Estados Unidos invadiram o Iraque em março de 2003, derrubando o regime do presidente Saddam Hussein. Desde então a violência no país custou-lhe a vida de 4000 soldados, mais de 30 000 feridos e mais de 736 000 milhões de dólares.

Até agora, mais de um milhão de norte-americanos participaram na guerra no Iraque.

fonte: DN

O recenseamento de ciganos em Itália


Em Junho de 2008, os acampamentos ciganos junto a Nápoles, em Itália, foram incendiados, depois de uma jovem ter sido acusada de ter tentado roubar um bebé. Perante a violência, o primeiro-ministro Silvio Berlusconi ordenou a realização de um recenseamento que passava pela recolha das impressões digitais de todos os membros daquela comunidade, que se estimam ser 160 mil. A medida, que incluía as crianças - Berlusconi garantiu que era para os impedir de começar a roubar desde pequenos -, foi criticada pelas organizações de defesa dos direitos humanos, mas a Comissão Europeia considerou não se tratar de discriminação.

fonte: DN

Oposição acusa Sarkozy de ocultar erros com "guerra à insegurança"


Partido do Presidente pretende deter até dois anos os pais de menores delinquentes.

Decidido a iniciar uma "guerra nacional contra a insegurança", o Governo francês voltou ontem a apresentar propostas que prometem ser polémicas. Depois de na sexta-feira o Presidente Nicolas Sarkozy ter anunciado que retirará a nacionalidade a delinquentes franceses de origem estrangeira que atentem contra as autoridades públicas, o seu ministro do Interior veio lançar mais achas para a fogueira. Brice Hortefeux defendeu em entrevista ao Le Parisien a extensão da medida a casos de excisão, tráfico de seres humanos e actos de delinquência grave.

O ministro do Interior não foi a única figura da União para um Movimento Popular (UMP) a pronunciar-se sobre o reforço das medidas de segurança. Éric Ciotti, secretário nacional do partido no poder, anunciou uma nova proposta de lei que irá estabelecer a responsabilidade penal dos pais de menores delinquentes que não respeitem as suas obrigações. Em declarações ao Journal du Dimanche, Ciotti defende que um pai ou uma mãe que não consiga obrigar o filho a cumprir a pena a que tenha sido condenado por delinquência deve ser condenado a uma pena de dois anos de prisão e a uma multa de 30 mil euros.

Estas duas propostas, às quais se juntam as apresentadas por Sarkozy no seu discurso de sexta- -feira em Grenoble - onde recentemente se registaram confrontos entre a polícia e habitantes, depois de os agentes terem abatido um jovem assaltante -, estarão inseridas num projecto de lei sobre segurança interna e imigração a ser apresentado em Setembro. Nessa sua intervenção, o Presidente estabeleceu uma relação directa entre segurança e imigração.

Perante estas propostas, a oposição socialista veio denunciar a "deriva anti-republicana" de Sarkozy. Num comunicado ontem divulgado pelos jornais franceses, a líder socialista Martine Aubry acusou o chefe do Governo de estar a pôr em causa "a França e os seus valores". Aubry recusou a "estigmatização dos estrangeiros, dos franceses descendentes de imigrantes e dos nómadas".

Segundo a líder socialista, "a dureza das palavras e a deriva das propostas da UMP só encontram paralelo no fracasso de Sarkozy em questões económicas e sociais". Para Aubry, não há dúvidas de que a direita está "assustada" com a perda de popularidade do Presidente. Abaixo dos 30% nas últimas sondagens, o Chefe do Estado arrisca falhar a reeleição nas presidenciais de 2012. Para Aubry, a direita está a "jogar com os medos dos franceses" para "ocultar os seus erros atrás desta fumaça".

fonte: DN

Veja aqui os telegramas publicados por The Guardian

Veja aqui os telegramas publicados por The Guardian
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