sexta-feira, 6 de agosto de 2010

7,5 milhões empatados em vacina da gripe A


Sete milhões e meio de euros. É este o valor que a ministra da Saúde, Ana Jorge, ainda está a renegociar com o laboratório a quem Portugal comprou no ano passado as vacinas da gripe A. Esta é a campanha de todas oportunidades. De um lado, "vacinar toda a população", disse Ana Jorge. Do outro, não perder o dinheiro já investido.

"Se tenho vacinas em excesso, compete-me gerir o que tenho. Estamos num período de grande contenção. Se podemos usar o investimento feito no ano passado, transformando-o numa boa oportuni- dade, então devemos fazê-lo", defendeu a ministra da Saúde.

Uma "oportunidade em saúde pública", reforçou a ministra, recusando a palavra oportunista quando confrontada com a decisão de dar vacinas gratuitas aos idosos e recusar a integração da mesma no Plano Nacional de Vacinação.

Até agora, o Estado pagou 15 milhões de euros por vacinas da gripe A e mais 7,5 milhões nas doses que foram trocadas agora pela vacina da gripe sazonal e que serão pagas em três anos. Em cima da mesa estão mais 7,5 milhões de euros em vacinas da gripe A que o País não quer.

"Estamos a negociar. Temos ainda algum tempo. Todas as hipóteses estão em cima da mesa", disse Ana Jorge, quando questionada sobre a possibilidade de trocar as vacinas por outros medicamentos a serem gastos nas farmácias hospitalares.

Tal como o DN avançou ontem, este ano e até 2012 vão ser distribuídas gratuitamente cerca de 300 mil vacinas da gripe sazonal a idosos com mais de 65 anos, internados em lares, centros de cuidados continuados e beneficiários do complemento solidário. E para aproveitar as vacinas da gripe A que já estão no País, todos podem ser vacinados sem limite de idade.

"Qualquer pessoa que não faça parte do grupo recomendado para vacina da gripe sazonal, com mais de seis meses, pode tomar a vacina da gripe A gratuitamente. Só precisa de marcar o dia com o centro de saúde", disse Ana Jorge, durante a apresentação da campanha que arranca no início de Outubro.

Quem foi vacinado no ano passado não precisa de fazê-lo este ano. A validade dos cerca de dois milhões de vacinas da gripe A que estão no País termina no próximo ano.

fonte: DN

Freeport arquivado duas vezes


Cândida Almeida arquivou denúncia em 2003. Em 2004 a mesma denúncia originou nova averiguação em Setúbal.

Cândida Almeida , directora do Departamento Central de Investigação e Acção Penal (DCIAP) desde 2001, já está ligada a dois arquivamentos de suspeitas sobre corrupção no licenciamento do Freeport de Alcochete.

Antes da abertura do processo de investigação em 2005, no tribunal de Montijo - e que culminou a 25 de Julho passado com a acusação de dois arguidos por tentativa de extorsão, e o arquivamento das suspeitas sobre o licenciamento -, já no início de 2003 tinha entrado naquele departamento central uma denúncia, em carta anónima, a abordar as mesmas suspeitas. Foi então aberta uma averiguação preventiva que acabou arquivada em Novembro de 2003. Concluiu-se não se verificarem ilícitos no licenciamento do outlet. Mas, a mesma carta anónima foi depois usada em 2004 para motivar a Polícia Judiciária (PJ) de Setúbal a abrir nova averiguação preventiva que originou o processo-crime de 2005, o qual teve o desfecho agora conhecido.

Esta dupla investigação e duplo arquivamento, vem descrito num requerimento subscrito por Paula Lourenço, advogada dos dois arguidos agora acusados - Charles Smith e Manuel Pedro. No documento, a que o DN teve acesso, lê-se: "A dita carta já em 2003 tinha sido entregue ao DCIAP e aí investigada pelo inspector C. Afonso, tendo dado origem à averiguação preventiva com o n.º 95/03 e merecendo, a 17 de Novembro desse ano, arquivamento, por se entender que toda a documentação junta - do Ministério das Cidades, Ordenamento do Território e Ambiente, da Câmara Municipal de Alcochete, da Liga para a Protecção da Natureza, entre outros organismos públicos e privados, esclarecia toda a tramitação que levou à aprovação daquele projecto".

Apesar deste arquivamento proposto pelo inspector da PJ e aprovado pelo DCIAP, no ano seguinte um conjunto de informadores, denominado "grupo da Aroeira", começou a contactar os inspectores da PJ de Setúbal dando-lhes conta de suspeitas de que a alteração da Zona de Protecção Especial onde iria surgir o outlet, aprovada pelo então ministro do Ambiente, José Sócrates, e a aprovação do terceiro Estudo de Impacto Ambiental (EIA), teria tido como contrapartidas o financiamento de campanhas eleitorais. Ou seja, as mesmas suspeitas.

O grupo começou a carrear informação para a PJ, sobretudo através de dois inspectores, comunicando também a suspeita de que no Ministério do Ambiente estaria a ser destruída documentação. A responsável pela PJ de Setúbal informou que precisaria de ver formalizada uma queixa, nem que fosse anónima, para abrir o processo-crime. Foi então que surgiu a mesma carta anónima que já em 2003 tinha surgido no DCIAP.

A PJ de Setúbal formalizou a 4 de Fevereiro de 2005 a abertura do inquérito-crime no Ministério Público do Montijo. No dia 7, o procurador que estava de serviço nesse tribunal, embora não sendo o titular do processo, autorizou buscas à Câmara de Alcochete e a várias empresas de Manuel Pedro, assim como à Smith e Pedro, consultora do Freeport. O procurador fundamentou as buscas com o indício forte de que as alterações ao PDM de Alcochete estava assinado pelo engenheiro José Sócrates. Ora, Paula Lourenço lembra no requerimento que a investigação nada tinha a ver com o PDM. No mesmo dia 7, em que começava a campanha eleitoral para as eleições legislativas, que levaria Sócrates a primeiro-ministro, o juiz de instrução criminal autorizou as escutas, buscas domiciliares e levantamentos de sigilos bancários, justificando que era "voz comum" que o outlet abrira sem licença. A investigação em Setembro de 2008 foi avocada pelo DCIAP. Em Julho deste ano as suspeitas de ilícitos sobre o licenciamento do Freeport voltam a ser arquivados.

fonte: DN

quinta-feira, 5 de agosto de 2010

Desmantelada rede de transplantes de órgãos humanos


O ministério do Interior ucraniano anunciou hoje o desmantelamento de uma rede internacional que praticava transplantes ilegais de órgãos humanos em clínicas privadas do Azerbaijão, Ucrânia e Equador.

A rede, dirigida por um cidadão israelita e integrada por 11 ucranianos, extraiu ilegalmente órgãos a 50 pessoas durante três anos, informou Iuri Kucher, chefe do departamento de luta contra os delitos informáticos e o tratamento de pessoas.

O grupo "recrutava cidadãos da Ucrânia, Rússia, Moldávia, Bielorrússia e Uzbequistão e enviava-os para o Azerbaijão e Equador onde lhes extraíam os órgãos, que depois eram transplantados em pessoas ricas em Israel, países europeus e asiáticos", indicou.

Sete ucranianos eram responsáveis pela escolha dos doadores "e através da Internet propunham a pessoas pobres para venderem um rim por 10 000 dólares (cerca de 7600 euros)", dando preferência a mulheres saudáveis entre os 18 e os 25 anos.

A rede incluía quatro prestigiados cirurgiões ucranianos do Instituto Nacional de Transplantes Shalimov de Kiev, que recebiam dez por cento por cada operação, que aos seus clientes custava entre os 100 000 e os 200 000 dólares.

"Os membros do grupo detidos em Kiev arrecadaram um total de 40 milhões de dólares", indicou o funcionário, citado pela agência russa RIA-Novosti.

Kucher precisou que a maioria das operações eram realizadas em clínicas privadas azeris, outras no Instituto Shalimov de Kiev, e pelo menos duas em território do Equador.

fonte: DN

2009 foi o ano mais eficiente no ambiente


O ano mais eficiente de Portugal em termos ambientais foi 2009, embora cada português tenha reciclado, em média, apenas 13% dos resíduos gerados, segundo dados divulgados ontem pelo Instituto Nacional de Estatística. No primeiro relatório sobre gestão de resíduos produzido pelo INE para o período 2005-2009, o instituto destaca o facto de em termos genéricos se destacar o ano de 2009 "como o mais eficiente em termos ambientais", de acordo com o rácio obtido a partir das quantidades de resíduos gerados por unidade do PIB. Cada português reciclou, em média, no ano passado, 67 quilos de resíduos, 13% dos 511 quilos de resíduos urbanos produzidos anualmente por cada cidadão. Esta percentagem corresponde a cerca de 57% da média da UE.

fonte: DN

Sete cachorros morrem durante voo para Chicago

Funcionários tentaram refrescar cachorros após a aterragem do avião

A American Airlines está a investigar as causas da morte de sete cachorros, ocorrida após um voo durante a manhã desta quarta-feira, entre as cidades norte-americanas de Tulsa e Chicago.

De acordo com Mary Frances Fagan, porta-voz da companhia aérea norte-americana, o avião aterrou no aeroporto de Chicago às 08h54 (14h54 em Lisboa), sendo que cinco dos animais morreram logo após a chegada à pista. Outros dois cachorros viriam a morrer quando estavam a ser observados pelo veterinário.

“Teremos que falar com os funcionários que os instalaram no avião”, referiu a porta-voz da American Airlines. “Acreditamos que os animais possam ter chegado com vida ao aeroporto mas, para já, não podemos dar certezas”, acrescentou.

A ABC News avança na sua edição online que 14 cachorros foram transportados no compartimento de cargas do avião, onde as temperaturas eram superiores a 35 graus, o que constitui uma violação das normas de segurança de transporte de animais, segundo as quais estes não podem ser transportados quando as temperaturas excederem 29,5 graus.

“As normas de temperatura foram estabelecidas para assegurar que os animais não são expostos a calor ou frio extremos”, pode ler-se no site da companhia.

Fagan garante que o transporte de animais respeita as regras e serão tomadas medidas para que estes incidentes não se repitam.

“Vamos descobrir o que se passou. Transportamos animais em segurança há mias de 50 anos. Não queremos que isto volte a suceder”, afirmou a porta-voz.

Para já, a causa da morte dos animais continua a ser oficialmente desconhecida, apesar de testemunhas garantirem que os cachorros se apresentavam “apáticos” quando foram retirados do avião, tendo os funcionários efectuado esforços para refrescá-los.


Milionários doam fortunas

Bill Gates lançou campanha

A campanha ‘Giving Pledge’ convida os milionários a doar pelo menos 50% da sua fortuna, em vida ou após a sua morte. "Ainda agora começámos, mas a resposta tem sido fantástica", revelou Buffett, adiantando que 34 milionários – incluindo o empresário David Rockefeller e o magnata da TV Ted Turner – já se comprometeram a participar, e a maior parte deles prometeu doar mais que os 50% pedidos. "Fazer a diferença na vida das pessoas – e vê-lo com os nossos próprios olhos – é talvez a coisa mais gratificante que existe", disse o mayor de Nova Iorque, Michael Bloomberg, um dos aderentes.


Vítima dos taliban na ‘Time’

Aisha na capa da ‘Time’

Aisha, uma jovem afegã de 18 anos, podia dar nas vistas pela sua beleza, mas foi barbaramente mutilada pelos taliban por tentar fugir a um casamento infeliz. O seu rosto desfigurado faz esta semana a capa da revista ‘Time’, numa denúncia gritante da barbárie dos taliban.

Aisha foi desfigurada pelo próprio marido, que não teve outro remédio senão obedecer à sentença decretada por um comandante taliban. Actualmente, a jovem vive num abrigo secreto para mulheres vítimas de violência e sonha com o dia em que viajará para os EUA para uma cirurgia de reconstrução paga por uma organização humanitária.

Numa decisão corajosa, a ‘Time’ fez capa com o seu rosto desfigurado sob o título: "O que vai acontecer se deixarmos o Afeganistão".

fonte: Correio da Manhã

fonte do video: Cover Time
Veja o video:


Água mortal à venda na internet

 

Autoridades de saúde dos EUA pedem aos consumidores para deixarem de consumir a água imediatamente

Está à venda na internet um líquido mortal que promete a cura para a sida, cancro, hepatite B e outras doenças graves. O produto Miracle Mineral Solution (MMS) – Solução Mineral Milagrosa – é de origem norte-americana, mas também está disponível em sites totalmente escritos em português.

O alerta para este produto foi dado pela FDA – autoridade norte--americana do medicamento – que pede a "todos os consumidores para pararem imediatamente a ingestão do líquido". No documento, a FDA explica que a solução produz uma lixívia industrial capaz de provocar danos graves à saúde. Segundo a autoridade norte-americana, as doses recomendadas pelos distribuidores podem causar náuseas, vómitos, diarreia e sintomas graves de desidratação. No mesmo documento, a FDA refere que a investigação prossegue, ponderando uma acção judicial de forma a garantir a máxima protecção dos consumidores.

No site destinado a Portugal e Brasil, o produto Solução Mineral Milagrosa diz-se "a coisa mais pura de todas que pode vir a tomar", capaz de "salvar a sua vida e a dos seus". Num dos princípios enumerados, pode ler-se que "náusea e diarreia são ambos bons sinais indicadores de que o MMS está a funcionar".

Contactado pelo Correio da Manhã, o Infarmed – Autoridade Nacional do Medicamento e Produtos de Saúde – explicou que "o produto em causa não é um medicamento, estando fora da sua área de competência" e acrescenta que "não foi submetido ao Infarmed qualquer pedido de Autorização de Introdução no Mercado para este produto". Uma vez que o MMS não é considerado um medicamento pelo Infarmed, apesar de prometer a cura para várias doenças graves, a autoridade nacional diz que "não dispõe de informação sobre o mesmo, nomeadamente no que respeita à sua eficácia e segurança".

O Infarmed também esclareceu não ter recebido "qualquer informação relativa a este produto no âmbito do sistema europeu de alertas de farmacovigilância".

JIM HUMBLE DESCOBRE SOLUÇÃO MÁGICA NA SELVA

O produto MMS, de acordo com os vários sites que o comercializam, foi desenvolvido por Jim Humble, um "pesquisador de ouro e metalúrgico, durante uma expedição em busca de ouro nas selvas da América do Sul". Reza a história que Jim Humble ajudou um companheiro doente com malária ao dar-lhe uma solução que se revelou mágica, curando-o em poucas horas. Segundo o site destinado a Portugal e Brasil, o MMS "ajudou mais de 75 mil pessoas no Uganda e Malawi a livrarem-se de doenças como hepatite, cancro e sida".


quarta-feira, 4 de agosto de 2010

Disse à mãe que matou por racismo

Omar Thornton seria vítima de racismo no local de trabalho. E antes de se suicidar ligou à mãe a explicar os motivos da sua loucura

Omar Thornton, o funcionário de uma empresa de distribuição de cerveja e vinhos de Connecticut (nordeste dos Estados Unidos) que matou hoje a tiro oito colegas e suicidou-se de seguida, terá cometido o crime por ser vítima de racismo no local de trabalho.

Esta é pelo menos a tese de um tio de Omar Thornton, que contou a conversa que o funcionário teve com a mãe minutos antes de se suicidar. 'Ele disse: matei cinco racistas que me estavam a chatear. Os polícias estão a chegar e vou agora tomar conta de mim'.

A mãe de uma antiga namorada de Omar Thornton referiu a uma cadeia de televisão americana que já tinha ouvido falar do assunto através da filha. E que numa ocasião os colegas de trabalho terão mesmo feito um desenho de Omar numa casa de banho com mensagens racistas.

A família que gere a empresa onde Thornton trabalhava negou a existência desses conflitos. 'Posso assegurar que nunca existiu qualquer forma de racismo na nossa companhia', referiu Brett Hollander.

fonte: DN

Matou a tiro oito colegas de trabalho e suicidou-se


O funcionário de uma empresa de distribuição de cerveja e vinhos de Connecticut (nordeste dos Estados Unidos) matou hoje a tiro oito colegas e suicidou-se, confirmou a polícia local.

A polícia foi chamada cerca das 07:30 (12:30 em Lisboa) pela empresa Hartford Distributors de Manchester, na hora de mudança de turno. Nesta altura, estavam na fábrica entre 50 a 70 pessoas.

"Nove pessoas, incluindo o suspeito, foram mortas no tiroteio. Estamos a tentar identificar as vítimas e a avisar as famílias", afirmou a polícia de Manchester, em comunicado.

O atirador que, segundo a imprensa local, tinha sido chamado à direcção por um problema disciplinar e fora convidado a demitir-se, foi encontrado morto cerca de 40 minutos depois do tiroteio.

Dois feridos foram transportados para um hospital local e "deverão sobreviver", de acordo com o comunicado da polícia.

O jornal Hartford Courant adiantou que o atirador se chamava Omar Thornton, tinha 34 anos e era motorista daquela empresa.

Veja aqui o VÍDEO:


fonte: DN

Construção de mesquita perto do Ground Zero foi aprovada


Uma comissão de preservação do património da cidade norte-americana de Nova Iorque aprovou hoje a construção de uma mesquita controversa perto do Ground Zero, onde estavam as torres gémeas destruídas nos atentados de 11 de Setembro de 2001.

A comissão decidiu por unanimidade retirar da lista de monumentos históricos o edifício dos números 45 e 47 de Park Place, perto do Ground Zero, onde a mesquita deverá ser construída.

O imóvel, de 1850, alberga apenas uma loja de roupas que está já ao abandono.

"A comissão votou por nove votos, contra zero, para retirar o edifício" da lista, afirmou o seu presidente, Robert Tierney.

Quando os nove membros da comissão explicaram os motivos que levaram àquela decisão, a maioria das pessoas que assistia à reunião do organismo aplaudiu, mas outras gritaram "vergonha".

Uma mulher levantou uma placa onde se lia: "Não glorifiquem a morte de três mil pessoas. Não à mesquita do 11 de Setembro" e ainda "o Islão edifica mesquitas no local das suas conquistas".

A classificação do imóvel oitocentista podia ter impedido a sua demolição e, consequentemente, a construção da mesquita e de um centro islâmico, um projecto muito controverso, a poucos metros do Ground Zero.

A construção da mesquita deverá ser aprovada em maio pelo Conselho Municipal de Nova Iorque.

Além da mesquita, está também prevista a construção de campos desportivos, um teatro, restaurantes e, eventualmente, uma creche.

fonte: DN

Veja aqui os telegramas publicados por The Guardian

Veja aqui os telegramas publicados por The Guardian
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