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sexta-feira, 2 de setembro de 2011

Cidade alemã instala parquímetros para taxar prostitutas de rua













Em Bonn na Alemanha, o município instalou parquímetros para cobrar uma taxa às prostitutas que trabalham na rua.

Tendo em conta que a actividade está legalizada no país e que as profissionais do sexo que trabalham em casas de alterne são taxadas, o governo local decidiu que seria mais equitativo cobrar também impostos àquelas que trabalham na rua.

Assim sendo, cada trabalhadora deve depositar por seis euros por noite, o que lhes permite trabalhar durante 10 horas na rua, entre as 20.15 e as seis da manhã.

O pagamento será fiscalizado por funcionários públicos e quando tal não acontecer, a mulher fica sujeita ao pagamento de uma multa.

Embora a prostituição seja legal na Alemanha desde 2002, a actividade dos profissionais do sexo não agrada aos moradores de Bonn. Para satisfazer os cidadãos e proteger as prostitutas, a câmara municipal criou uma área específica para destinada para o efeito.

De acordo com a BBC foram construídas garagens especiais, feitas de madeira para que os clientes possam estacionar os seus carros e a zona é policiada por um agente da autoridade.

fonte: Sol

sábado, 13 de agosto de 2011

Há 50 anos o mundo acordou com o Muro de Berlim


Quando um muro tem nascimento, morte e vida é porque não é um muro qualquer. Inspiração para filmes, clássicos da literatura, música e até arte urbana. O muro de Berlim separou a Europa mas uniu a cultura




















Atravessar o muro de Berlim foi durante décadas a derradeira prova de um espião, tanto no cinema como na literatura. E na vida real, claro. Alfred Hitchcock e Billy Wilder foram os primeiros a utilizar o potencial infindável de histórias que um gradeamento de metal com mais de 60 km, 302 torres de observação, 127 redes electrificadas e 255 pistas de corrida para cães de guarda tinha. A 13 de Agosto de 1961, o mundo conhecia a cara visível da Guerra Fria: o muro de Berlim. Demorariam quase 30 anos até a Europa deixar de estar dividida entre comunistas e capitalistas. Hoje assinalam-se os 50 anos da construção do Muro e olhamos para a sua herança cultural. Do graffiti, à literatura, passando pela música.

O espião que veio do frio

1963 Dois anos depois da construção do muro, o génio dos romances de espiões, John Le Carré, utiliza o Muro de Berlim para começar e terminar “O Espião que Veio doFrio”. Alec Leamas (Richard Burton no filme de Martin Ritt) é um espião inglês, do MI6, em plena guerra fria, com uma vida muito mais cinzenta e menos glamourosa que 007. Vive momentos intensos junto ao muro que quem leu ou viu o filme não esquece. “Sou um homem, seu idiota. Percebes? Um simples, modesto, desordenado e atrapalhado ser humano. Temos disso no ocidente, sabes.”

Cortina rasgada

1966 Winston Churchill foi o pai da expressão cortina de ferro, em 1946. Uma imagem perfeita para definir um continente dividido em Europa Ocidental e Oriental. Alfred Hitchcock apoderou-se da expressão para fazer um filme sobre um engenheiro aeroespecial (Paul Newman) que deserta para Berlim Oriental com a noiva (Julie Andrews). Na realidade, ele está a trabalhar para os americanos e tem de encontrar um fórmula matemática importantíssima. Não se tornou um clássico mas vale pela luta desesperada de cada um dos lados da cortina para obter o poder.

Keith Haring e a arte urbana

1986 O muro serviu como uma tela branca para vários artistas. Keith Haring foi um deles quando em 1986 fez um mural, no lado ocidental, claro. O artista foi convidado pelo Museu Charlie Checkpoint e desenhou uma corrente de humanos em 91,44 metros. “É uma cadeia interligada de figuras humanos, ligadas através das mãos e pés. A cadeia representa claro a unidade das pessoas em oposição ao que simboliza o muro. Pintei o mural com as cores da bandeira alemã: preto, vermelho e amarelo”, disse Keith Haring ao seu biógrafo. Durante décadas o muro foi sendo pintado e transformado em diário. Vários artistas conhecidos e desconhecidos deixaram a sua marca. Uma das pinturas mais conhecidas é o beijo fraternal, ou melhor na boca, entre Honecker, líder de Berlim Oriental, e Brezhnev, líder russo.

As asas do desejo

1987 O clássico de Wim Wenders surgiu dois anos antes da queda do muro. Uma reflexão sobre a existência humana, o divino e mortal. A acção decorre em Berlim, no pós-guerra, quando o batalhão de anjos aterra na cidade. Está visto que tinham muito trabalho em mãos tal não era a quantidade de almas tristes e deprimidas. Ainda assim, o amor prevalece (perdoe-nos a lamechice, mas é verdade). Um dos anjos apaixona-se por uma humana e está um sarilho armado. Lembra-se do filme “Cidade dos Anjos” com Nicolas Cage? Esse foi inspirado neste.

The Wall e David Hasselhoff

1989/1990 “Eu sou uma bola de berlim”, disse o Presidente dos Estados Unidos, JFK, no seu discurso mítico, em vez de dizer “sou berlinense”. Nessa altura os alemães perceberam que os americanos eram bem divertidos, por isso não estranharam quando David Hasselhoff – meses de depois do muro cair – cantou junto ao muro de Berlim com um cachecol com teclas de piano e um casaco com luzes a piscar. Ele era o ícone dos anos 80, o Michael Knight que abria caminho para o capitalismo. Um evento musical mais sério foi o concerto de beneficência em 1990 de Roger Waters que juntou Bryan Adams, Cyndi Lauper, Scorpions, Joni Mitchell e tantos outros num tributo a Berlim. Muitos músicos já tinham criado temas sobre o muro. Quem não se lembra de Elton John com “Nikita” ou Sex Pistols com “Holidays in the Sun”?

Adeus Lenine

2003 É uma bonita história de amor entre mãe e filho e o impacto das desilusões políticas. Um retrato intemporal da Guerra Fria e do dia-a-dia dos berlinenses. O filme começa em 1978. Christiane Kerner (Katrin Saß), uma fiel trabalhadora do regime entra em coma e acorda em 1990. O mundo que conhecia desapareceu, os anúncios de Coca-Cola já invandiram Berlim Oriental e o muro não existe. O filho Alexander ‘Alex’ Kerner (Daniel Brühl) vai fazer tudo para a proteger de um choque fatal. O filme de Wolfgang Becker ganhou o César em França.

A vida dos Outros

2006 O vencedor do Óscar de Melhor Filme Estrangeiro conta a história de um agente da polícia secreta em Berlim Oriental no ano de 1984.É um retrato comovente de como um apagado Hauptmann Gerd Wiesler vigia artistas e políticos dissidentes    obrigando-os a pararem ou irem para a prisão. O filme de Florian Henckel von Donnersmarck mostra como se vivia numa estrutura social que punha todos em risco de vida. O próprio actor principal, o alemão Ulrich Mühe tinha sido espiado pelas autoridades durante a Guerra Fria. Pior ainda, descobriu que a sua mulher na altura era uma informadora da Stasi.

fonte: Jornal i

segunda-feira, 28 de março de 2011

TV alemã censura "Simpsons" por causa de desastre nuclear



Os episódio da popular série norte-americana sobre um acidente numa central nuclear não serão emitidos na Alemanha.

Após o sismo e o tsunami que abalaram o Japão a 11 de Março e dos problemas com a central nuclear de Fukushima que daí resultaram, os responsáveis pela televisão privada Pro7 decidiram não emitir os episódios que possam ser mais controversos, avança a AFP.

Em "Os Simpsons", Homer trabalha como segurança numa central nuclear. Nos episódios em causa vêem-se ser despejados num jardim detritos nucleares, tubos de refrigeração a serem perfurados ou ratos mutantes a ficarem luminosos.

O "Hollywood Reporter" acrescenta que a mesma medida vai ser seguida na Áustria e Suíça.

fonte: DN

terça-feira, 22 de março de 2011

Xenofobia ressurge na Alemanha em forma de livro

Thilo Sarrazin é o autor do livro que já vendeu mais de 1,2 milhões de cópias no país. Nele cataloga os imigrantes muçulmanos como «a causa de todos os problemas» e crê que vão reduzir o nível de inteligência do país.

«Acusam-me de ser racista mas as questões que levanto são partilhadas por 60 por cento da população», começa por sublinhar ao diário El País.

Ex-director do Bundesbank e membro do Partido Social Democrata Alemão (SPD), o autor escreveu uma obra recheada de conteúdos xenófobos que já levou a que fosse rotulado como racista.

Com o título Alemanha destrói-se - em alemão Deutschland schafft sich ab -, o livro tem sido frequentemente associado ao passado nazi do país.

O livro reúne diversos argumentos sustentados por números e estatísticas, onde são realçadas as dificuldades de integração dos muçulmanos e a sua excessiva dependência em ajudas sociais.

O autor defende mesmo - segundo teorias de «inteligência genética» -, que os maiores níveis de fertilidade destes imigrantes vão conduzir à redução do nível médio de inteligência na Alemanha.

Thilo Sarrazin sublinha que a Alemanha «vai destruir-se a si mesma» se não alterar urgentemente as suas políticas de imigração.

Às críticas que o apontam como racista, o autor defende-se ao dizer que «eu digo que a sua [muçulmanos] falta de integração deve-se à sua cultura», acrescentando: «Não digo nada no meu livro no que diz respeito à sua inteligência média».

A polémica que envolve o livro tem contribuído para um recente aumento das tensões sociais na Alemanha, com representantes de grupos muçulmanos a alegarem que os imigrantes estão a ser alvos de discriminação racial.

fonte: Sol

quinta-feira, 30 de dezembro de 2010

Prisão para ladrão neo-nazi de Auschwitz


A justiça polaca condenou a dois anos e meio de prisão o neo-nazi sueco que roubou a famosa inscrição da entrada do antigo campo de concentração de Auschwitz, onde se lê 'Arbeit Macht Frei'

Anders Hoegstroem, militante da extrema-direita sueca, foi detido em 2009, em conjunto com cinco cidadãos polacos, pelo roubo da placa onde em alemão se lê que «o trabalho liberta». A placa de ferro foi encontrada partida em três em Dezembro desse ano.

Dois ladrões polacos também foram hoje condenados a dois anos e meio de prisão. Hoegstroem vai cumprir pena de prisão na Suécia natal.

Outros três polacos tinham já sido condenados este ano pelo roubo, que as autoridades acreditam ter sido encomendado por um cidadão sueco que se encontra a monte.

A placa roubada é considerada um símbolo das atrocidades cometidas pela Alemanha Nazi sobre milhões de vítimas que foram escravizadas e assassinadas naquele e noutros campos de concentração na Europa dos anos 30 e 40.

fonte: Sol

segunda-feira, 4 de outubro de 2010

EUA alertam para perigo terrorista em países da UE


Advertência feita aos cidadãos americanos dura até Janeiro de 2011.

Os EUA lançaram ontem um alerta aos seus cidadãos que viajem até à Europa para os riscos de potenciais atentados no Velho Continente - um alerta que será válido até "31 de Janeiro de 2011". Horas depois, era a vez do Governo britânico tornar público um alerta idêntico mas referenciando especificamente a França e a Alemanha. Al-Qaeda, talibãs e grupos europeus são os suspeitos de estarem a preparar ataques terroristas.

"Os terroristas poderão usar uma variedade de métodos e armas, atacando interesses públicos e privados", afirma o comunicado do Departamento de Estado, que lembra como no passado os terroristas "atacaram redes de metro e comboio, bem como transportes aéreos e serviços marítimos". No seu documento, a diplomacia americana refere que "os governos europeus já tomaram medidas de prevenção contra eventuais ataques" e adianta que alguns desses governos já referiram publicamente a existência de um "risco mais elevado" de terrorismo.

Theresa May, ministra do Interior britânica, não escamoteou o perigo; antes sublinhou que "tal como temos repetido sem cessar, enfrentamos uma ameaça terrorista grave e real. O nosso nível de alerta continua a ser o de 'grave', ou seja, um atentado é muito provável". É por isso, garantiu a ministra, que Londres mantém uma estreita colaboração com os seus parceiros internacionais "na luta contra o terrorismo e o alerta americano está de acordo com a nossa apreciação da situação".

Recorde-se que o nível de alerta no Reino Unido mantém-se o mesmo desde Janeiro - "grave", ou seja, o 4.º dos cinco graus de estado de alerta que foram tornados públicos em 2006, um ano após os atentados de 7 de Julho de 2005 em Londres que fizeram 52 vítimas mortais.

Reagindo ao alerta dos EUA, Paris considerou que ele está de acordo com as recomendações feitas aos franceses. "A ameaça terrorista em França continua elevada, o nível de alerta continua a ser o mesmo, ou seja, o vermelho", disse Bernard Valero, porta-voz dos Negócios Estrangeiros francês. Em Setembro, Paris foi objecto de vários alertas de bomba , por duas vezes na Torre Eiffel.

O alerta dos EUA, que os governos europeus subscrevem em absoluto, surge menos de uma semana após ter sido revelado que os serviços secretos ocidentais tinham abortado um plano para realizar atentados na Alemanha, França e Reino Unido. O plano, segundo fontes dos serviços secretos paquistaneses, fora inspirado nos atentados perpetrados em 2008 na cidade indiana de Bombaim: ataques simultâneos em locais diferentes por comandos suicidas.

O plano, em cuja elaboração terão participado oito alemães e dois irmãos britânicos, foi neutralizado quando um avião americano não comandado atacou uma base de activistas no Paquistão e matou um dos britânicos, enquanto um dos alemães era preso e interrogado em Bagram (Afeganistão). O grupo tinha o apoio da Al-Qaeda e dos talibãs afegãos e paquistaneses.

fonte: DN

domingo, 3 de outubro de 2010

Alemanha liquida dívidas da 1ª Guerra Mundial


O Tratado de Versalhes. – A 28 de Junho de 1919, na sala dos Espelhos do Castelo de Versalhes, as potências aliadas e a Alemanha, assinam o Tratado de Versalhes, que entra em vigor a 10 de Janeiro de 1920, pondo fim à Primeira Guerra Mundial.

BERLIM - A Alemanha celebra hoje o 20º aniversário da unificação nacional, mas também lembra o fim da Primeira Guerra Mundial ao abonar os últimos pagamentos de dívida pelas chamadas reparações do conflito, 92 anos depois do fim do primeiro grande confronto bélico que assolou o continente europeu.

Trata-se de um pagamento de 69,9 milhões de euros que se encontram refletidos no ponto 2.1.1.6 do orçamento do Estado para 2010, cumprindo assim o Tratado de Londres de 1953 e que não podia ser abonado antes que o país recuperasse sua unidade e soberania.

O pagamento dos consertos de guerra que as potências aliadas vencedoras estabeleceram no Tratado de Versalhes de 1919 após o grande conflito bélico ficou em suspenso pela Alemanha durante a Segunda Guerra Mundial por ordem do regime nacional-socialista de Adolf Hitler.

Após 1945 a República Federal da Alemanha assumiu a continuidade do pagamento de uma grande parte da dívida acumulada pelos consertos de guerra, que abonou em sua totalidade até o ano 1983.

No entanto, o Tratado de Londres estabelecia que o abono de um total de 125 milhões de euros para o pagamento dos juros de empréstimos estrangeiros ficariam em suspenso até a reunificação da Alemanha, que aconteceu em 3 de Outubro de 1990.

O abono das últimas dívidas pelos consertos de guerra foi retomado em 1996 e seu último prazo de pagamento encerrou oficialmente este domingo, data na qual pode dar-se por concluída, pelo menos financeiramente, a Primeira Guerra Mundial para a Alemanha.

O Tratado de Versalhes de 1919 exigiu da Alemanha o pagamento de 20 mil milhões de marcos de ouro até Abril de 1921 como primeiras reparações de guerra, número que aumentou para 296 mil milhões de marcos de ouro a pagar em 42 anos após a Conferência de Boulogne de Junho de 1920.

No entanto, em anos posteriores e após diferentes conferências para exigência do pagamento de reparos de guerra à Alemanha por parte dos aliados, variou várias vezes mais e se viu afectado pela fortíssima inflação que o país sofreu em meados dos anos 20.

Após a suspensão do pagamento dos reparos pelos nazis e o fim da Segunda Guerra Mundial, o Tratado de Londres de 1953 reduziu pela metade a dívida alemã e até 1983 a República Federal da Alemanha abonou 14 mil milhões de marcos para compensar os danos causados no conflito bélico.

No entanto, o pagamento dos juros no total de 251 milhões de marcos para os anos 1945 a 1952 foi adiado na capital britânica até que a Alemanha voltasse a ser um país unificado.

fonte: Estadão

domingo, 19 de setembro de 2010

200 anos de Festa da Cerveja: a tradição ainda é o que era


Munique é desde ontem a capital europeia da cerveja. E assim será até 4 de Outubro. São 17 dias de celebração em redor de canecas servidas na cidade, que atrai forasteiros de todo o mundo. Este ano há motivos acrescidos para festejar: este certame comemora 200 anos de existência. A sua origem remonta ao casamento de Luís I da Baviera com Therese von Sachen-Hildburghausen, a 12 de Outubro de 1810. Sempre no mesmo local: um parque chamado Theresenwiese, em homenagem à esposa daquele monarca - um espaço onde é possível receber em simultâneo 350 mil pessoas. Nestes dois séculos, houve 177 edições. Em 24 anos, a festa ficou por realizar devido a guerras e epidemias que devastaram Munique. Para que se mantenha o ambiente festivo que a imagem documenta, as autoridades alemãs não têm poupado esforços para garantir condições máximas de segurança, impedindo uma eventual tragédia semelhante à que ensombrou a recente Parada do Amor, em Duisburgo. O espaço aéreo em Munique foi interdito a aeronaves voando abaixo dos mil metros de altitude.

fonte: DN

sexta-feira, 10 de setembro de 2010

Protesto contra o prolongamento do nuclear em frente ao Reichstag


Alemanha Com uma enorme bandeira com a frase "Preto e amarelo não causam mais do que lixo", os anti-Atom da organização Aliança Climática plantaram-se ontem em frente do Reichstag, em Berlim, em protesto contra a actual resolução do Governo alemão para estender o tempo de vida das centrais nucleares do país. O grupo pediu aos gritos que o Governo "Pare os truques" e realize uma mudança real na política energética, em vez de apelar à energia nuclear. A chanceler alemã, Angela Merkel, e os parceiros da coligação conservadora-liberal (CDU/FDP) acordaram a extensão do funcionamento das 17 centrais nucleares alemãs, entre oito a 14 anos a mais do que o prazo original de fecho, em 2021. A oposição reagiu em força e o líder dos sociais-democratas (SPD), Sigmar Gabriel, prometeu desafiar a resolução em tribunal. A decisão alemã surge quando outros países europeus, como Itália e Suécia, reconsideram as suas políticas nucleares.

fonte: DN

Veja aqui os telegramas publicados por The Guardian

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